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Romantismo no Casamento

Mateus 19:5-6


Introdução:

1 - A perspectiva de uma mulher:

“O que as mulheres realmente querem num homem”,

Nota: O texto a seguir é um resumo de uma recente palestra proferida por Wendy Wright, presidente da organização evangélica Concerned Women for America (Mulheres Preocupadas com os Estados Unidos), na Organização das Nações Unidas.

 Wendy Wright, presidente de Concerned Women for America

Na década de 1970, a famosa feminista Gloria Steinem disse: “Uma mulher precisa de um homem assim como um peixe precisa de uma bicicleta”.

A mensagem: As mulheres são independentes, e os homens são supérfluos. Os homens são desnecessários e incompatíveis com as mulheres. O modo cínico de ela ver as coisas, sem dúvida, fora deturpado pelo fato de que seu pai a tinha abandonado.

Em nosso âmago, os seres humanos são relacionais. Conexão a outros é uma necessidade humana básica. Nossa primeira conexão é com nossos pais. De nossas mães absorvemos o que significa ser uma mulher. De nossos pais, aprendemos como as mulheres devem ser tratadas pelos homens. Não dá para esses tipos de lições virem de uma lição de moral na sala de aula, mas por meio da intimidade da vida diária.

Quando Gloria Steinem e outras feministas menosprezam os homens, o casamento e a família, elas estão negando uma verdade fundamental: as mulheres precisam de relacionamentos masculinos.

Mas ao adotar as petulâncias das Gloria Steinems do mundo, descarta-se o que é ideal para as mulheres como desnecessário ou irrealista. Em vez disso, total atenção e recursos são dedicados ao que é muito menos do que ideal, e até prejudicial, para as mulheres e para a sociedade.

Defrontamo-nos com duas perspectivas que rivalizam:

1. A primeira é: As mulheres são completas em si mesmas. Os homens e as mulheres são diferentes apenas na área da reprodução. Os homens são como escadas, úteis apenas para a mulher usar como apoio enquanto ela sobe os degraus da vida.

Eis um exemplo: Na versão preliminar da resolução sobre “Fertilidade, Saúde Reprodutiva e Desenvolvimento” para a Comissão de População e Desenvolvimento, a única menção significativa aos homens é:

OP14. Exorta os países membros, a Organização das Nações Unidas e a sociedade civil a incluir em suas prioridades de desenvolvimento programas que apoiem o papel decisivo dos homens no apoio ao acesso das mulheres a condições seguras para a gravidez e parto, contribuindo para o planejamento familiar, prevenindo infecções sexualmente transmitidas e o HIV e eliminando a violência contra as mulheres e meninas.

A lista, que é pequena, não diz absolutamente nada acerca do papel importante que as mulheres precisam que os homens desempenhem na vida familiar, como se não houvesse nenhuma necessidade para que os homens tenham a autoridade e direito íntimo de prover companheirismo, segurança, proteção e cuidado de suas esposas, e um pai para seus filhos. Não há espaço aí para um homem envolver masculinamente em seus braços sua esposa e filhos a vida inteira. E certamente não há nenhuma expectativa de fidelidade.

Francamente, esse é o tipo de homem que as mulheres não querem: homens distantes, que não querem compromisso e que só dão mal o mínimo, e nunca dão de si mesmos. Em sua própria perspectiva muito medíocre acerca dos homens, as Gloria Steinems ensinam os homens a tratar as mulheres de forma insuficiente — o que, quando os homens fazem, naturalmente leva as mulheres a acreditar que a vida delas fica em situação melhor sem os homens. É uma expectativa cuja previsão está fadada a se cumprir.

Rebaixar homens ou mulheres, tratar ambos como objetos a serem usados ou descartar o casamento como irrelevante nos prejudica como seres humanos e desestabiliza a sociedade.

2. A segunda perspectiva é que: As mulheres e os homens se complementam. Somos diferentes de diversas maneiras maravilhosas, mas em nossas diferenças nos encaixamos para completar um ao outro. O relacionamento mais profundo é o casamento — porque aperfeiçoa o propósito dos dois sexos, homem e mulher.

Embora as mulheres possam adicionar numa lista as realizações profissionais quando se apresentam ao mundo, vemos nossa identidade principal em nosso relacionamento com nossa família — principalmente, como esposa e mãe. Os relacionamentos mais influentes, aqueles que nos causam impacto mais profundo, são aqueles dentro de nossa família.

São esses relacionamentos que completam o propósito do que significa ser uma mulher. E o casamento, em que tanto o marido quanto a esposa se dão completamente ao outro, fornece a segurança de viver plenamente essa identidade do que é ser mulher.

Muito frequentemente as mulheres e o sexo são vistos isoladamente — Mulheres são separadas de homens e da família, e sexo é visto como um mero ato físico que não tem nada a ver com relacionamentos.

Quando são moldadas por essa perspectiva, as políticas públicas produzem programas e leis que acabam isolando as mulheres de relacionamentos verdadeiros e incentivando o sexo fora do casamento — que é a fonte de muitas doenças, patologias e dores de cabeça.

A maravilha transcendente da feminilidade, casamento e sexualidade é difícil de descrever ao se elaborar documentos de políticas públicas. Contudo, podemos apontar para os benefícios do casamento e o devido lugar da sexualidade.

Os seres humanos são relacionais. Precisamos pertencer aos outros. Isso é particularmente verdade no caso das mulheres. É dentro da família e do casamento que temos a maior probabilidade de encontrar segurança, proteção, abnegação e satisfação. O casamento une duas famílias e cria uma nova, ampliando nossos relacionamentos.

Os encontros sexuais promovidos em aulas abrangentes de educação sexual são o oposto — centram-se em relacionamentos passageiros, incertos, inseguros e egocêntricos. Essas aulas deliberadamente separam as crianças dos pais, deixando as crianças vulneráveis a adultos que querem tirar proveito delas. O sexo sem casamento prejudica a capacidade de uma pessoa de formar laços com outra em casamento.

Com as reivindicações das Gloria Steinems do mundo, temos aceitado um padrão muito baixo. As mulheres estão pagando o preço da desvalorização do casamento. Os parceiros sexuais são tão trocáveis e a natureza exclusiva da feminilidade tão negada que nos dizem que os homens podem substituir as mulheres no casamento.

Que insulto para as mulheres!

Entretanto, há esperança. Gloria Steinem — a mulher que não precisava de um homem — recuperou os sentidos. Em 2000, com a idade de 66 anos, para a surpresa de todos, Gloria Steinem se casou.

No relato do Gênesis do começo da humanidade, o Criador anuncia: “Não é bom que o homem esteja só”. Mesmo depois de todos esses anos, as mulheres ainda precisam dos homens e o casamento é definitivamente bom para as mulheres.

 

2 – Minha própria inadequação para desenvolver um tema tão importante e bonito.

Considero-me não habilitado, vou tratar desse assunto como um aprendiz!

 

Desenvolvimento

‘Mas, o que é o amor romântico?

1 – É tipo Romeu e Julieta? Quanto mais obstáculos, mais forte ele fica. Contudo, ele é tão ideal que não pode ser vivido na realidade, por isso sempre as vidas terminam antes dele.

 

2 – É o amor dos Contos Infantis? Em que se ama alguém que foi inventado e a história termina no casamento (justamente onde a vida começa).

 

3 – É o amor ágape? Amor do compromisso (a= sem + mors=morte: sem morte, que não se acaba, não finda, mas transcende à  vida.

 

4 - É o amor que sente sempre paixão, que não tem momentos de arrefecimento, nem crise. Mas que vive de emoção, de prazer, e de alegria. Está sempre acesso, quente e arrebatador (sempre na churrasqueira, nunca no freezer).

 

a) É difícil de definir (somente poetas como Drummond, Neruda, etc. foram capazes de quse expressá-lo):

Amor

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar

por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da

sua vida.

Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso

entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o

dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos

encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de

ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um

presente divino: o amor.

Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca

receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais

que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.

Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a

outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las

com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer

momento de sua vida.

Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela

estivesse ali do seu lado... se você achar a pessoa maravilhosamente linda,

mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos

emaranhados...

Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que

está marcado para a noite... se você não consegue imaginar, de maneira

nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim,

tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela...  se você preferir

morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma

dádiva.

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou

encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem

atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer

verdadeiramente.

É o livre-arbítrio. Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as

loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.

  

Carlos Drummond de Andrade

 

b) E as crianças também conseguem:

http://www.youtube.com/watch?v=3ilPMryjIFc&feature=related

 

CONSIDERAÇÕES BÍBLICAS SOBRE O ROMANTISMO NO CASAMENTO – PARTE I

 

PRIMEIRO

Devemos tirar da cabeça que é o ROMANTISMO que mantém um casamento e que todos precisam em todo o tempo viver em lua-de-mel.

O que mantém um casamento é o compromisso que é feito diante de Deus, e, enquanto houver temor do SENHOR, o casamento subsistirá e vencerá todas as crises e seus (muitos) inimigos – Mateus 19:5-6

“E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? 

Assim não são mais dois, mas uma só carne.  Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. 

 

SEGUNDO

Precisamos colocar na cabeça que o ROMANTISMO, apesar de não ser o sustentador do casamento, é muito importante na forma como o relacionamento é mantido.

1 - A Bíblia ensina que o homem deve amar a esposa – Efésios 5:25

“Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela”

2 – A Bíblia ensina que a mulher deve amar o marido – Tito 2:4

“Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos”

 

TERCEIRO

Dizem que amar é a arte de se apaixonar pela mesma pessoa todos os dias.

Eu discordo: amar são atitudes de se querer bem e querer o bem da mesma pessoa todos os dias.

Deus assim é romântico. Deu-nos o livro de CANTARES que celebra o amor romântico de um casal.

Vejamos como o marido descrevia a esposa, em 4:1-7.

E como a esposa descrevia seu marido, em 5:10-16.

 

Mas, será que eles eram assim?

Certamente que não. Mas, eles se viam assim, aprenderam a ver coisas boas e expressá-las com arte e com atitudes – estas coisas produzem ações e que, por sua vez, se transformam em mais sentimentos.


Pr. José Nogueira


2011-05-02 00:00:00

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