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Valores que fundamentam o Anti-Semitismo - Parte 1


Tal qual acontecia na Alemanha nazista do início do século passado, o anti-semitismo explode no mundo todo. Até mesmo entre muitos que se apresentam como “evangélicos”. Procuraremos, de forma sucinta, lançar luzes sobre este movimento. Que é bem mais articulado do que possamos imaginar.

“Dois dos maiores conflitos da atualidade, ambos com motivação religiosa, podem estar chegando ao fim devido aos desdobramentos da crise internacional provocada pelos atentados contra os Estados Unidos, em setembro (...). Na Irlanda do Norte, o Exército Republicano Irlandês (IRA) resolveu depor armas (...). É um sinal de que as escaramuças entre protestantes e católicos, que se arrastam há três décadas (...), podem estar chegando ao fim. Ao mesmo tempo, o empedernido primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, dá mostras de estar perdendo a queda de braço com os palestinos. Em jogo, a criação de um Estado Muçulmano independente encravado em Israel (...). Este pode ser o início de uma paz duradoura nas duas regiões que têm presenciado estúpidos banhos de sangue entre seguidores de religiões que se fizeram adversárias. Ainda estão bem vivas na memória internacional as imagens recentes das criancinhas irlandesas católicas apavoradas, hostilizadas por protestantes a caminho da escola, bem como a cena da morte de um menino palestino e seu pai, executados diante das câmeras por soldados israelenses.”

O parágrafo acima é o lead da matéria de capa de uma revista que se diz “evangélica”, a Eclésia. Esta publicação é o espólio da falecida revista Vinde, que naufragou juntamente com seu fundador e mentor, Caio Fábio. Achando-se na posição de porta-voz dos evangélicos na verdade a revista presta um desfavor ao Cristianismo. Nós que fazemos a Igreja Evangélica Fundamentalista Cristo é Vida repudiamos as distorções e omissões de boa parte do segmento evangélico brasileiro. Mais que isso, aliamo-nos a Israel e contribuímos financeiramente com movimentos sociais junto a comunidades judaicas.

Quem lê a matéria veiculada na Eclésia de Dezembro de 2001 percebe que além do desconhecimento histórico dos conflitos, a reportagem mostra que seu autor está mais preocupado em agradar a nichos específicos de leitores do que ser fiel à verdade. Chamar Ariel Sharon de empedernido, que significa insensível, desumano e cruel, foi o de menos. É claro que repudiamos a violência e não concordamos com a morte do garoto palestino. O ideal é que ele tivesse sido alcançado pelo Evangelho pacificador de Jesus Cristo e não pelos discursos inflamados dos líderes muçulmanos. O “pobre garotinho” e seu “indefeso pai”, estavam participando de manifestações anti-semitas. As “pobres criancinhas” da Irlanda do Norte serviam de joguete nas mãos de um dos mais cruéis grupos terrorista do mundo. O que a mídia engajada não veiculou é que aquelas crianças irlandesas podiam ir para a escola por outro caminho, mas faziam aquele trajeto para, de propósito, atravessar um bairro protestante. Além da condenável repressão anglicana, as criancinhas encontravam, ao longo do caminho, as câmeras de fotógrafos e cinegrafistas de todo o mundo, ávidas por uma imagem impactante para mostrar no noticiário da noite. Ou para aparecer em revistas evangélicas (sic) de além mar.

Estes dois assuntos nos levam a uma pergunta: O que está acontecendo com a opinião pública mundial?

Quando perguntaram ao escritor israelense Ephraim Kishon: “Por que ainda hoje a Europa é tão inimiga dos judeus?”, ele respondeu com outra pergunta: “Por que o mundo é tão pró-palestino? Por que ama os palestinos? Não, mas por ser contra os judeus. Eu disse a um amigo curdo que a revolta deles está fadada ao fracasso desde o princípio, porque eles não lutam contra os judeus. O anti-semitismo é uma doença atávica e patológica”.

Isso significa que o anti-semitismo é “uma doença renitente, em contínuo desenvolvimento, impossível de ser controlada”. Realmente, não houve nenhuma década do século 20 em que não tivessem acontecido manifestações e abusos mais ou menos intensos contra os judeus.

 

Leia a segunda parte deste artigo clicando ao lado.


Texto básico www.chamada.com.br. Matérias complementares www.uol.com.br, www.observatoriodaimprensa.com.br e Revista Eclésia, Dezembro de 2001.

Roberto Santos


2004-07-05 00:00:00

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