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Deus nos abandonou?


No dia 13 de Setembro de 2001, a filha de Billy Graham, Anne Graham, estava sendo entrevistada no programa Early Show (1), da Rede CBS, quando a apresentadora Jane Clayson perguntou como é que DEUS tinha permitido os atentados de dois dias antes. A resposta de Anne foi sábia e resultou em uma adaptação que circula na rede mundial de computadores, a Internet. A seguir, transcrevemos uma das versões mais difundidas:

 

Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, creio que ELE calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que ELE não se envolva mais conosco?

Coisas horríveis têm acontecidos ao nosso povo, nos últimos tempos. Ataque de terroristas, tiroteio em escolas (2), aumento da violência. Eu creio que tudo começou quando a ativista de esquerda, Madelyn Murray O'Hair (3), se queixou de que era impróprio fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós simplesmente concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas (4). A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios foi banida das escolas. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock (5) disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima. E nós dissemos: "Um perito deve saber o que está falando", e então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria disciplinar um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. E olhe que por "disciplina" entendíamos apenas advertências, nada de tocar, bater, dar socos, humilhar, chutar, etc. Simplesmente não deveríamos mais "disciplinar", nos disse o expert Dr. Spock. E nós concordamos.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la.

Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantos preservativos quantos eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles os tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "tudo bem".

Depois alguns dos nossos políticos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o próprio presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino. E nós também concordamos.

Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos, "está bem, isto é democracia", e essas pessoas têm direito à liberdade de expressão.

A indústria de entretenimento então disse: "Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos". E o que nós dissemos sobre isso? Ah é apenas diversão, isso não produzirá efeito negativo. Ninguém leva ficção a sério, deixe a criatividade fluir.

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos exatamente aquilo que semeamos!

Dizem que uma criança escreveu um bilhete para DEUS logo após o massacre da Escola Columbine. Angustiada, a menina teria perguntado: "Querido DEUS: Por que não salvaste aquelas crianças na escola?" Se soubéssemos ouvir a voz de DEUS talvez escutássemos como resposta: "Querida criança: Não ME deixam entrar nas escolas!".

É triste como as pessoas simplesmente culpam DEUS e não entendem por que o mundo está indo a passos largos para o Inferno. É triste como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia nos diz. É triste como todo o mundo quer ir para o Céu, desde que não precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina. É triste como alguém diz: "Eu creio em DEUS", mas ainda assim segue a Satanás, que por sinal, também "crê" em DEUS. É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente, mas uma discussão pública a respeito de DEUS é suprimida rapidamente na escola e no trabalho. É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana. É triste vermos tantas pessoas preocupadas com o que os outros pensam a seu respeito, mas não dão a mínima para aquilo que DEUS venha a pensar delas. 

NOTAS

 

1. A entrevista original de Anne Graham pode ser acessada no endereço www.cbsnews.com/earlyshow/healthwatch/healthnews/20010913terror_spiritual.shtml

2. Referência ao massacre ocorrido no dia 29 de abril de 1999, quando David Dylan e Eric Harris entraram na Escola Columbine, mataram doze colegas e um professor, e em seguida se suicidaram. Detalhes sobre a tragédia podem ser obtidos (em inglês) no site http://www.questia.com/Index.jsp?CRID=columbine_shootings&OFFID=se1&KEY=columbine_massacre

3. Madalyn Murray O'Hair, líder feminista, foi a mais ferrenha defensora da proibição da leitura da Bíblia nas escolas americanas (uma tradição centenária) bem como lutou para que as orações públicas fossem banidas dos inícios de aulas e antes das competições esportivas nas escolas. Todo o ateísmo de O'Hair pode ser observado acessando o site www.atheists.org/flash.line/ohair1.htm . Para ver a ligação de O'Hair com os movimentos GLBT basta acessar o endereço www.offoffoff.com/theater/2003/madalyn.php . Coincidência ou não, o internauta se deparará com fotos onde O'Hair usa, freqüentemente, roupas nas cores da campanha da candidata petista à Prefeitura de Fortaleza, vermelho com lilás. O Lilás entrou para a história como a cor símbolo do lesbianismo. A tradição vem do fato de que a atriz Agnes Moorehead adotou como marca registrada essa cor. A personagem mais conhecida interpretada por Moorehead foi a bruxa Endora, mãe de Samantha e avó da pequena Tabatha no seriado A Feiticeira. Como Agnes Moorehead era uma das mais influentes lésbicas de Hollywood, a cor lilás passou a ser bandeira para suas seguidoras. É hoje a cor símbolo em nível mundial. Quem quiser conhecer detalhes e tiver estômago pode navegar no site http://redelilas.web.pt/ .

4. Além de lutar pela proibição da leitura da Bíblia, Madelyn O'Hair dizia que a cultura judaico-cristã era a pior coisa a ser incutida na cabeça de uma criança. Dizia que era melhor ensinar uma criança a ser homossexual do que ser cristã ( www.wayoflife.org/fbns/famousatheist.htm ). O'Hair buscou banir a Bíblia do currículo escolar ao mesmo tempo em que incentivava o homossexualismo. Coincidência ou não, quem ler o documento do Governo Federal Petista "Ética e Cidadania: Construindo Valores na Educação" encontrará a relação de datas a serem observadas nas escolas. Estão lá o Dia do Orgulho Gay e o Dia da Parada Gay. O tradicional Dia da Bíblia foi eliminado. Lamentável, principalmente quando sabemos que há promessas de inclusão do Dia da Visibilidade Lésbica. Ainda sobre O'Hair, em 1969 a ativista quis processar a NASA, pois tripulantes da Apolo VIII haviam transmitido uma mensagem de Natal a partir do espaço onde citavam os dez primeiros versículos do livro de Gênesis. O'Hair argumentou que os astronautas haviam utilizado dinheiro público para divulgar uma religião. Perdeu a causa. Em 1995, Madalyn O'Hair desapareceu misteriosamente. O FBI encontrou vários corpos desmembrados dentro de uma van em um rancho de sua propriedade, no Texas. Oficialmente foi dado como sendo de O'Hair e alguns de seus familiares. Há quem duvide desta versão ( www.deadoraliveinfo.com/dead.nsf/onames-nf/O'Hair+Madalyn+Murray ). Mas há um detalhe impressionante na história de Madalyn O'Hair: Ela teve um filho no auge da sua cruzada contra oração nas escolas. Utilizando o filho William, como bandeira, retirou-o da escola, pois a criança presenciara um colega orando. Num depoimento dramático ( www.missionresources.com/atheist.html ), William comentou como sua vida era tumultuada. Lamenta que a mãe mesmo podendo não tenha se casado oficialmente com seu pai (já lemos algo parecido), diz que ela lhe dizia que preferia que ele fosse homossexual a ser um cristão, que apenas bebida e sexo traziam felicidade e que ele deveria "viver intensamente" sua vida. Mas DEUS havia preparado uma surpresa para Madalyn O'Hair. No dia 25 de Janeiro de 1980, aos 30 anos, William Murray aceitou a Cristo como seu Salvador. Mais que isso, passou a membro ativo de uma igreja batista no sul dos Estados Unidos e fundou uma associação (Citzen) que tem como objetivo principal INCENTIVAR O USO DE ORAÇÕES NAS ESCOLAS PÚBLICAS.

5. Famoso "educador" americano, defensor da criação de crianças dentro da maior liberdade possível. Nada de disciplinas nem restrições. Tinha um filho. O filho cometeu suicídio.


Roberto Santos


2004-11-09 00:00:00

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