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Senna e a Hora da Verdade

João 8:32


Ayrton Senna

A Hora da Verdade

Pr. José Nogueira

          Vida e morte de Ayrton Senna,

extraindo lições ao estudar segundo a perspectiva de Deus

Dia 14 de abril – 19 horas

 

Tricampeão Mundial de F-1: 1988, 1990 e 1991

Números
1981 - CAMPEÃO INGLÊS NA FÓRMULA FORD 1600 (12 VITÓRIAS)

1982 - CAMPEÃO EUROPEU E INGLÊS NA FÓRMULA 2000 (21 VITÓRIAS)

1983 - CAMPEÃO INGLÊS NA FÓRMULA 3 (13 VITÓRIAS)

Fórmula 1


161 GRANDES PRÊMIOS DISPUTADOS
41 VITÓRIAS
19 VITÓRIAS DE PONTA A PONTA
29 VITÓRIAS COM POLE POSITION
65 POLE POSITIONS (RECORDE)

 

Senna e a Hora da Verdade

 

Ayrton Senna precisa ser visto do ponto de vista de Deus. Somente assim podemos entender e tirar lições de sua vida e morte  

               Fui da geração dos fãs do Ayrton Senna. Parece que nós corríamos com ele, pisávamos fundo nas retas, e pegávamos as tangentes das curvas com uma ousadia indômita. A gente torcia por chuva no dia das corridas (Senna era perito em vencer com chuva), e nos concentrávamos como se nós mesmos fôssemos correr.

Emerson Fittipaldi: O Pioneiro na Saga de Campeões

Bicampeão Mundial na Fórmula 1: 1972 e 1974

                Mas, antes de torcer pelo Ayrton Senna, eu tinha sido um grande admirador do Emerson Fittipaldi. Emerson tinha (e ainda tem) todo aquele jeitão de campeão. Sempre muito tranquilo, lúcido, mantinha uma elegância na forma de correr, de comemorar suas vitórias e de lidar com a imprensa. Emerson, para mim, foi um exemplo de um vencedor que sempre parecia ter tudo sob controle – até quando as coisas pareciam não ir muito bem.

           Quando Fittipaldi estava saindo da Fórmula 1 e emigrando para a Fórmula Indy, outro brasileiro começava a brilhar e ser temido na Fórmula 1: Nelson Piquet.

                

Nelson Piquet, Um Self-Made Man

Tricampeão Mundial 1981, 1983 e 1987       

             Nelson Piquet tinha o tipo físico e o comportamento bem diferentes do Emerson. Era mais agressivo nas pistas e mais irreverente nas entrevistas. Se Emerson Fittipaldi me fazia arregalar os olhos de admiração e reverência, se Ayrton Senna me fez depois me comover com suas atitudes e me encher de orgulho por suas vitórias e posturas, Nelson Piquet me fez rir com suas vitórias geniais, fazia meu coração quase parar com suas manobras arriscadas, e tantas vezes me fez ficar perplexo com sua ousadia tanto no correr como no falar. Eu simplesmente maneava a cabeça por achar inacreditável como ele pilotava com bravura e como ele falava sem medo o que pensava. Suas polêmicas foram quase tão grandes quanto suas vitórias. Mas, eu admirava Piquet por sua audácia de enfrentar os desafios nas corridas e por sua coragem ao encarar os problemas extra-pistas. Parecia que ele levava a vida de piloto de F-1 em todo o tempo e em todos os momentos de sua vida. Era sempre intrépido e muito atrevido. Ele, muito franco, havia vencido passando por obstáculos incríveis (foi campeão pilotando equipes pequenas e vencendo formidáveis pilotos e grandes escuderias). Piquet sucedeu com muita honra o grande Emerson Fittipaldi. Piquet foi chegando, tirando coelhos da cartola, e vencendo e ganhando o coração dos brasileiros. Nessa época a F1 rivaliza com o futebol na preferência nacional. A música-tema de Nelson Piquet se transformou em “hino nacional” aos domingos (depois passou a ser oficialmente de Ayrton Senna). 

 

Ayrton Senna, Heroi e Mito

Tricampeão Mundial de F-1: 1988, 1990 e 1991

             Contudo, o tempo de Piquet foi passando, e um novo campeão brasileiro assumia o nosso orgulho brasileiro (daquela época) de termos grandes pilotos e maravilhosos campeões da fascinante Fórmula 1 (Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e, então, Ayrton Senna).        

                 No final dos anos 80 e início da década de 90, “o domingo era dia de Senna”, como a TV divulgava com ufanismo diante de tantas espetaculares vitórias do brasileiro na F-1.

               Senna tinha algo especial além das grandes vitórias. Ele representava como ninguém o espírito vencedor. Era firme e destemido. Parecia um gigante dento do F-1.  Fora do carro, era modesto, educado, gentil e de uma inteligência incrível. Ele era daquelas pessoas que todo mundo gostaria de ter como amigo. Parecia ser um daqueles sujeitos que nunca faz mal a ninguém. Todavia, dentro do carro, Senna era, acima de tudo, destemido e veloz (pouquíssimos pilotos de F1 se igualam a ele). Conquistou com toda técnica e arrojo o tricampeonato da Fórmula 1(1988, 1990 e 1991).

               Contudo, a partir de 1992, as coisas ficaram complicadas para Ayrton Senna. Havia mudanças nos regulamentos, havia problemas com os motores, parecia que havia forças conspiratórias contra o guerreiro solitário, e era comum perceber Ayrton Senna tenso, sem aquela alegria descontraída. Pensávamos que era uma concentração para as provas, mas, na verdade, eram lutas e tensões que só ele e Deus sabiam.

               Mudanças de equipe e novos motores não solucionaram seus problemas nas pistas.

               Até que chegou o dia primeiro de maio de 1994. Em Ímola, no Grande Prêmio de San Marino, na terceira corrida da temporada, na sétima fatídica volta, o seu volante inexplicavelmente não obedeceu ao comando do piloto humano, e o Williams-Renaut de Ayrton Senna foi direto contra o muro de “proteção”, na curva Tamburello. Senna teve morte imediata, apesar das encenações dos organizadores, que, para não cancelar a corrida por causa dos prejuízos que causaria a interrupção do Grande Prêmio, eles, segundo penso, forjaram socorros de urgência e o transporte de helicóptero para o hospital.

               Mas, creio que há muita coisa para se pensar acerca da vida gloriosa e da morte inesperada e inexplicável de Ayrton Senna.

               Espero caminhar com você neste estudo sobre a vida e a morte de Ayrton Senna, revendo, conhecendo e analisando acontecimentos, fatos e princípios esclarecedores.

               Que o SENHOR Deus nos guie nessa hora da verdade!

 


Pr. José Nogueira


2012-04-12 00:00:00

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