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Vícios – Um Banquete no Túmulo Cap. III

Edward T. Welch


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Vícios – Um Banquete no Túmulo

Edward T. Welch

Capítulo 3

 

Encontrando esperança em Cristo, o Senhor.

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Assim o site Skoob fez a resenha do livro “Vícios: Um Banquete no Túmulo”:

“Vivemos em uma cultura em que a teoria e a linguagem sobre o vício são controladas por categorias seculares. Termos como doença, tratamento, e mesmo vício nos levam à ideia de que estes problemas têm a sua causa final no corpo ao invés de na alma - uma visão comumente aceita e completamente oposta ao ensinamento bíblico. Pensar biblicamente sobre estes problemas difíceis exige muito mais do que a redefinição de termos.”

Agora trazemos o resumo do Capítulo III desse importante livro.

Tenho usado o livro “Vícios: Um Banquete no Túmulo” em meus trabalhos de aconselhamento bíblico pessoal, e ele tem sido uma ferramenta muito prática e eficiente.

Que o SENHOR Deus abençoe a sua leitura!

Pr. José Nogueira – www.cristoevida.com

* Quaisquer comentários ou observações suas serão muito bem recebidas e analisadas – pastornogueira@bol.com.br

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VÍCIOS: UM BANQUETE NO TÚMULO

A Bíblia é rica em fornecer descrições e soluções para os problemas.

Resumo do Capítulo 3

Novas Maneiras de Ver

A explicação das Tuas palavras ilumina...” (Salmo 119:130a)

Introdução            

O vício têm sido tratado de um único ponto de vista. Estreitar a visão acerca do vício obscurece mais do que explica. Na Bíblia Jesus é apresentado em múltiplas perspectivas a fim de melhor ser compreendido: Ele é Rei, Súdito, Mestre, Servo, Pastor, Ovelha, Irmão, Cura, Redentor, Sacerdote, Profeta, Vinho, Luz, O Caminho, A Verdade, Água Viva e Pão da Vida. Se retirarmos uma dessas “metáforas” perdemos a amplitude da identidade de Cristo e da Sua missão. Da mesma forma, se reduzirmos o estudo sobre o vício para analisá-lo sob uma única ótica, sacrificaremos perspectivas úteis que trazem significado e entendimento.

O vício têm sido visto como metáfora dominante de doença. Essa metáfora tem utilidade e por isso tem dominado a mente humana por tanto tempo. Mostra como nos sentimos controlados por algo que não a nossa vontade. Mas despreza dois ensinamentos teológicos essenciais:

 1- A escravidão que experimentamos têm origem em Adão. Ela se torna aparente quando praticamos o pecado, mas vai além das consequências. Ela é o que somos, nossa natureza.

2- A escravidão que experimentamos é intencional, voluntária. Como pecadores, nossa preferência é nos entregarmos ao pecado, aos nossos desejos. Nós é que escolhemos a escravidão.

A confiança exclusiva em uma metáfora não é a única dificuldade. O que preocupa ainda mais é saber que a metáfora do vício está deixando de ser uma metáfora gradativamente. Ao invés de se dizer que o vício é como uma doença, se diz que o vício é uma doença.

A palavra doença pode ser usada literal ou metaforicamente. No seu sentido literal, é uma condição diagnosticável com causa física. Pode ser detectado por meio de exames e sintomas. Atualmente ela pode ser tratada, mas não curada. O comportamento do paciente tem efeito significativo no progresso da doença.

Se descrevemos doença de tal forma, o vício não se encaixa. No caso do vício, a “cura” precisa vir de dentro. O viciado precisa fazer escolhas de rejeitar, derrotar e abandonar seu vício. Em essência, todos deveriam depender de Deus (fora de nós) para todas as coisas. Depender de Deus (ou de outras pessoas) não significa ter uma doença física. O próprio AA diz que o alcoolismo é, predominantemente, uma doença espiritual e precisa de uma cura espiritual. As influências são capazes de nos atrair ou nos inclinar para uma direção negativa rumo à dependência química, mas podem ser resistidas. Não se trata de um destino inevitável.

Precisamos de mais luz das Escrituras, uma vez que a metáfora de doenças está se consolidando como uma realidade.

Idolatria

Essa é a mais comum descrição da condição humana que abrange as experiências controladoras e descontroladas do vício. A natureza do vício é sair dos limites do Reino de Deus e procurar bênçãos em terras dos ídolos. E quando nos voltamos aos ídolos, estamos dizendo que queremos mais das coisas criadas (criação) do que o Criador.

É possível que a idolatria seja a imagem mais dominante das Escrituras. Há muitos relatos bíblicos sobre “a quem você adorará? ao Criador ou à criatura, a Deus ou ao homem, ao Rei ou aos ídolos sem valor”. O Antigo Testamento mostra as pessoas envolvidas de forma irresistível à idolatria. Então Deus, por meio de Jesus Cristo, vem resgatar o Seu povo. Logo, todo pecado é um tipo de idolatria.

Os Dez Mandamentos oferecem orientação sábia para os dias de hoje, pois dão destaque especial às proibições relativas à idolatria.

Provavelmente, ao entrar nas casas das pessoas, não se veem imagens e talismãs. Na cultura ocidental raramente se vê deuses visíveis. Para sabermos nossos ídolos temos que entender que a idolatria no Antigo Testamento eram expressões físicas e concretas de lealdade e compromisso estabelecidos no coração humano.

João vai nos advertir dizendo: “Filhinhos, guardem-se dos ídolos”. João não vai falar explicitamente sobre idolatria, mas ele demonstra uma preocupação com isso. Ele vai falar da cobiça da carne, dos olhos e ostentação de bens. Fala dos “baais” que se fixam perto do coração.

As Escrituras ampliam definição de idolatria incluindo qualquer coisa na qual possamos depositar nossa afeição, de forma a nos apegarmos de forma excessiva e pecaminosa. A idolatria abarca qualquer coisa que adoramos: cobiça por prazer, respeito, amor, poder controle, isenção de dor, etc. Além disso, o problema não se encontra fora de nós, e sim dentro de nós. O problema não é a substância idólatra, mas a falsa adoração do coração.

Sabemos que fomos chamados para imitar a Deus. Fomos chamados para viver para glória dEle e não para a nossa. Devemos engrandecer a Deus e não a nós mesmos. Mas, nós resolvemos abandonar ou trocar dando glória aos ídolos. É uma atitude proposital da nossa parte. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, isso significa que não somos a versão original. Não recebemos nossa glória e somos dependentes dAquele a Quem imitamos. Isso pode ser humilhante para nossa natureza pecaminosa. Para evitar isso, renunciamos a condição de imitadores e nos voltamos a objetos de adoração que esperamos que nos dê o que queremos.

O propósito é manipular o ídolo para conseguirmos o que queremos. Queremos manipulá-los e não sermos governados por eles. Não queremos ser manipulados pelo álcool, sexo, drogas, jogos, comidas etc. Nós queremos que elas nos dêem o que nós queremos: boa sensação, autoimagem melhor, poder ou qualquer outro desejo do árduo coração. Porém, os ídolos não cooperam. Ao invés de dominá-los, passamos a nos parecer com eles cada vez mais e nos tornamos seus escravos: surdos, mudos, cegos, sem lógica e irracionais. Os idólatras estão sem ancoradouro, perdidos no mar, seduzidos pelas sereias e mal sabem que o seu destino é bater contra as rochas.

 

Por trás do pecado escravizante está Satanás

 

Eles se deixam dominar pela presença silenciosa que está por trás dos ídolos, o próprio Satanás. Assim como quando obedecemos a Deus demonstramos lealdade, quando nos afeiçoamos a objetos mostramos afinidade por Satanás. Nossa luta não é contra humanos, mas contra poderes e autoridades.

Colocamos nossa afeição em nós mesmo e isso nos afasta de Deus. Há diferentes tipos de vício. Será que há distinção entre um viciado em álcool e um viciado em trabalhar? Devemos ver os vícios de maneira uniforme à custa de diferenças óbvias? Afinal, nem todos possuem uma vida em secreto pelo qual pareça estar disposto a sacrificar tudo. Há diferença entre os vícios da satisfação do respeito para um vício físico, de alteração mental?

Alguns vícios abordam paixões e desejos corporais (álcool, pecado sexual, comida). Esses provocam prazer físico, alivio de tensão física e amenizam desejos físicos.           

Primeiro ciclo do vício: A Rebeldia

O coração apenas deseja mais um <-> O corpo está momentaneamente satisfeito.

           

Satanás se aproveita  das necessidades e desejos naturais do corpo. Se nos sentirmos fisicamente bem, ele com certeza irá tirar proveito. Seu propósito é o oposto de Deus. Deus nos criou com necessidades e desejos físicos, que se mantidos dentro de um coração que deposita sua fé em Deus, pode levar ao prazer. Satanás deseja romper a ordem divina, fazendo com que o desejo controle a pessoa. Ao invés de comida, sexo e descanso serem vistos como benção de Deus, são exaltados como desejos controladores que escravizam. O prazer então se torna passageiro e ilusório, apenas momentâneo.

Quando sensação física se torna enraizadas, um novo ciclo surge. O coração se torna uma fábrica de ídolos e as exigências por satisfação são aumentadas, o coração se torna escravo de desejos físicos do corpo. 

Estágios avançados do vício: A Escravidão

O coração idolatra quer mais <-> Os desejos físicos não são satisfeitos e exigem mais

 

Tornando mais pessoal, pense em alguns de seus pecados expressos em desejos físicos(sexo, drogas e comida). Considerando um que pareça ter menos importância, desejo por doces. Não precisamos dele e já podemos estar satisfeitos com a refeição, mas se o doce estiver disponível sentimos desejo por ele. Você racionaliza a situação e faz um acordo consigo. É a mesma estratégia do usuário de drogas. Se o doce não estiver presente é mais fácil evitá-lo. Fazer regime, por exemplo, é uma das tarefas espirituais mais difíceis, já que depois de um tempo que começamos, desistimos.

Exemplos de experiências físicas prazerosas são o foco favorito do nosso coração idólatra (contemplação duradoura, fantasias sexuais, sedução da pornografia, imoralidade sexual), mesmo quando somos chamados a sermos santos. Ao invés de fugirmos e procurarmos obedecermos a Deus, simplesmente ficamos cegos e só enxergamos “mais um”. Domínio próprio é uma tarefa de exercício de fé em Deus durante toda a vida. A repetição dos atos não são incomuns.

Vemos como o a idolatria se encaixa perfeitamente aos vícios modernos. Drogas e sexo são os bezerros de ouro modernos para a sociedade buscarem prazer, significado, e poder sem Deus. O viciado pensa que encontrou vida, mas tudo que experimenta é enganoso e sem valor. Ele está cego, fora de controle e se tornou vítima da sua cobiça. Para o viciado o entorpecente é Deus. Ele é quem comanda a vida da pessoa como o ser superior, tendo todo o poder. A droga lhe dá toda a alegria e amor. Cada porção da droga nas veias é uma dose do amor “divino”, fazendo o viciado se sentir resplandecente com a graça do seu deus.

Rubens, quando tinha 13 anos, experimentou maconha. Ele diz que a pressão dos colegas o levou a fazer isso. Na verdade ele já tinha outros ídolos, “a opinião dos outros” e “os outros têm que me achar legal”. Embora ele não tenha gostado da droga, ele se sentiu aceito. Orgulhoso de que os outros o aceitaram por ter fumado, continuou a fumar. Seu alvo não era adorar a maconha, mas usá-la para seus propósitos. Aos poucos a droga passou a representar a idolatria e passou a ser o objeto de adoração do seu coração. Ele queria obtê-la e planejava como consegui-la. Afastou-se dos amigos para ter seu ritual de adoração. Até que com 15 anos, ele se internou numa clínica para reabilitação de viciados, escravizado e sem controle sobre seu vicio. Foi traído pelo seu ídolo.

Os Dois Reinos

*O Deus Trino; Luz; Verdade; Adorar, confiar, obedecer e amar a Deus; Liberdade; Vida; Verdadeiro prazer e alegria.

VERSUS

*Satanás e os ídolos; Trevas; Mentira; Adorar, confiar, obedecer e amar os nossos desejos; Escravidão; Morte; Prazer temporário, mas dor definitiva.

 

Estas são realidades espirituais por trás do vício. Parece ser dramático, mas acontece porque não as enxergamos claramente a olhos nus. Tornam-se visíveis a medida da revelação da Luz das Escrituras e iluminado pelo Espírito Santo.

Do ponto de vista da idolatria, os viciados são cegados por seus desejos. Recusam-se enxergar-se como dependentes de Deus. A glória e exaltação a Deus não são seus alvos e sim se adorar e se prostrar diante deuses falsos. Ao invés de adorarem no templo do Senhor, eles realizam rituais do vício que parecem lhe dar mais poder, prazer ou identidade. Entretanto as promessas dos ídolos são falsas. Tudo o que possam trazer é passageiro e falso. Só há duas escolhas: Ter fé em um Deus de amor e conhecer a liberdade, ou colocar a fé em ídolos (Satanás) e ser escravizado. Infelizmente e curiosamente, escolhemos a escravidão devido nosso orgulho.

As pessoas acham que não podem confiar plenamente em Deus para receberem o que precisam, então vão buscar bênçãos em outros deuses. No Antigo Testamento procuravam ídolos que prometiam chuva e fertilidade. Hoje a busca é por não sentir dor, identidade e valor pessoal. Infelizmente as pessoas têm procurado nos seus ídolos “bênçãos” como poder ou prazer longe de Deus ou em complemento a Deus.

 

O pecado oferece liberdade, mas, na verdade, ele escraviza.

 

A verdade mortal é que os ídolos acabam nos controlando. Mas a questão fundamental é a quem você vai servir. Quem vai estar no controle. Será que os viciados tomam decisões idólatras conscientemente? Na maioria dos casos não. O pecado em essência é secreto. Para ajudarmos precisamos de algo mais poderoso para acabar com o controle dos ídolos. Não basta dizer “pare com isso”. Como opressão espiritual, os viciados são inteligentes, mas desatentos à destruição e à escravidão relacionadas ao seu vicio. As pessoas precisam de Jesus Cristo, da mensagem da cruz, de Cristo glorificado e ressurreto. Somente o evangelho é poderoso para libertar almas.

Adultério

Assim como a idolatria é essencialmente um relacionamento pessoal, assim é a cobiça e o adultério. Adultério mostra as características mais íntimas da idolatria.

Nos AA, a linguagem deles com o seu vício, parecem de pessoas que tiveram casos amorosos. Algo que eles amaram, que só pensavam naquilo, e isso as completava.

Ao se deparar com a imposição da sua esposa de escolha ente ela e a cocaína, o viciado disse que a amava, mas que nada ficaria entre ele e a cocaína. Isso lembra o jovem tolo chamado para a casa da mulher adúltera. Tudo começa de maneira inocente. O jovem caminha pela rua, altas horas da noite, ruma a uma casa específica, onde mora uma mulher provocante. Ela lança palavras sedutoras, e o que começou como uma caminhada promissora, terminou além do que poderia imaginar. Ele conseguiu prazer momentâneo, mas mal sabia que comprou uma passagem só de ida para a sepultura (Provérbios 7).

Um exemplo vívido é Sansão. Quando ele conhece Dalila, ele já tinha uma carga de relacionamentos insensatos, mas com ela, ele desafiou toda a razão. Ela foi exposta como traidora várias vezes, mas mesmo assim ele se deixou se atrair por ela. Sansão é um exemplo clássico de homem responsável, porém descontrolado.

O adultério representa um relacionamento pessoal para o viciado. Se permite uma vida secreta que a seu tempo será exposta, quer imediatamente ou na eternidade. Há a infidelidade com o cônjuge, e um relacionamento com seu amante. Isso trará dor para outras pessoas e para a pessoa, mas mesmo assim é feito porque amam o prazer e a atenção bajuladora que recebem um do outro. Seus desejos estão acima de qualquer coisa. Enganam-se pensando que é um relacionamento essencial para elas. Mas ainda assim querem saber por que jogar tudo fora por aquele caso. Para nós parece muito insensato. Mas não haverá uma resposta satisfatória. O pecado não é racional, não faz sentido, não olha para o futuro, não enxerga consequências. A única coisa que o pecado sabe é “EU QUERO MAIS”.

O álcool pode se tornar amante de uma pessoa. A identidade fica comprometida. Ele dá muitas coisas boas. Preenche o vazio. A pessoa sentirá falta da sua amada. Lembrará dela (a bebida) com carinho. Mas temos que lembrar que essa amante é uma traidora, uma serpente venenosa. O objetivo dela é a morte da pessoa. Nós temos que fazer a pessoa ver algo mais belo do que seu vício, temos que apresentar o Senhor Jesus, Aquele que deverá ser o seu primeiro amor. E a única forma de aprender a amá-lO e conhecê-lO é lendo a Bíblia.

Caminhamos em direção ao adultério por conta de nossos desejos egoístas, mas na verdade somos controlados por ele. Temos que lutar contra aquilo que vemos (objeto de culto) e contra o que não vemos (desejos do coração). Nós dizemos “EU QUERO” para todos os nossos desejos. A experiência do vício não está distante de nenhum de nós.

Insensatez

Todo o livro de Provérbios examina a sabedoria e a insensatez, portanto é uma leitura indispensável. Seus ditados vão direto ao cerne das lutas diárias. Há dois caminhos distintos: 1- caminho da sabedoria; e 2- caminho da insensatez (este é caracterizado por decisões impensadas seguidas por curto tempo prazeroso, mas tem o fim de morte). A inclinação natural do homem, segundo provérbios, é este caminho.

Ao considerarmos o Livro de Provérbios, vemos o contrate entre o sábio e o insensato (este é sábio aos seus próprios olhos e age de maneira ridícula). Nossos pecados são noéticos (noético, do Grego, refere-se ao nosso modo de pensar), ou seja, afetam nossa mente. O pecado nos torna tolos, não intelectualmente, mas moralmente.

O insensato vive vagando, ele nunca se concentra na sabedoria, ignorando todas as consequências. Ele é o certo, não importa o que os outros digam. Ele sempre vai escapar. Segue seus sentimentos, mas não pensa que isso o levará ao erro. Às vezes ele sabe que o seu comportamento provocou e provoca dor nos outros, mas isso não é um impedimento. Isso se repete, porque o insensato está desfrutando do seu erro.

As Escrituras retratam isso, com o fim de que o homem veja essas coisas, se converta do seu mau caminho, e se volte para Deus, procurando a verdadeira sabedoria. Deus promete dar graça aos que desejam abandonar seus ídolos e escolher um caminho de sabedoria. Deus dá a sabedoria ao que pede liberalmente.

Atacado por uma Besta

Uma metáfora que enfatiza a natureza vitimadora da idolatria é a de ser capturado por um animal selvagem (Satanás e o pecado). Aqui não há sutilezas: mulher atraente, ídolos prometendo o que não podem cumprir. Trata-se de uma guerra dilaceradora, antiga e descarada. O pecado e Satanás querem nos escravizar. E quanto mais cedo percebemos isso, mais oportunidades teremos de nos preparar. É hora de nos prepararmos para o combate. Embora não nos sintamos capazes de derrotar o adversário agora, o plano de Deus para nós é a sobriedade, e Ele nos concederá tudo o que precisamos para essa batalha.

Doença ou Enfermidade

Não é surpreendente das Escrituras usar doença como metáfora para nossa condição espiritual.

Acho que a maioria de nós já nos sentimos cativados pelo modelo de entender o vício como doença. Fato que as Escrituras enfatizam que o pecado têm muito em comum com doenças (afeta todo o nosso ser, é doloroso, conduz à morte). Ainda assim há muitas coisas onde o pecado se diferencia de doença. Nós o fazemos ao invés de pegarmos, o confessamos ao invés de tratá-lo, encontra-se em nosso coração ao invés do nosso corpo e apenas o perdão e purificação no sangue de Jesus é capaz de curar.


Pr. José Nogueira


2012-05-31 00:00:00

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