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No Dia das Mães, Cinco histórias e Uma lição


Cinco histórias entrelaçam-se neste artigo. Aparentemente estanques, elas têm um fio condutor que deve merecer atenção do leitor. A primeira delas aconteceu por ocasião das comemorações dos 40 anos do início do Governo Militar. Em abril de 2004 a TV Senado entrevistou o ator Sílvio Brito. Este lamentou a violência da censura imposta pelos militares por ocasião do "golpe". Uma "prova" da interferência dos militares foi o esvaziamento acontecido nas apresentações da peça O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues.

Na peça, um jornalista é atropelado e como último desejo pede a um transeunte um beijo. Na boca. O próprio autor ia todas as noites para a frente do teatro à caça de opiniões. Tomava satisfações com quem saía indignado no meio do espetáculo e procurava saber os motivos da desistência. Quando não concordava com a indignação do expectador que não agüentara a baixaria da peça, acabava se irritando e xingava a pessoa (http://www.jornalismo.ufsc.br/nelson_rodrigues/o_beijo_no_asfalto.htm#).
Embora rechaçada por parte da sociedade, a tragédia, com insinuações/suspeitas de homossexualismo entre os protagonistas, fazia a delícia da mídia carioca. A peça não foi proibida, mas com a censura da opinião dos jornalistas mais empolgados, caiu em audiência até sair de cartaz. Sílvio Brito lamentou.

Quarenta e um anos depois um outro autor também lamenta. Estranho lamento, mas, lamenta. A segunda história nos leva a Aguinaldo Silva, criador das lésbicas Jéssica e Eleonora da novela Senhora do Destino. Em entrevista à revista Cult, Silva critica o "excesso de heterossexualismo" na TV brasileira. Pioneiro na militância da causa gay no Brasil, Silva acha que "a maneira como a heterossexualidade está sendo explorada no Brasil é muito perniciosa" (http://revistacult.uol.com.br/cult_91_mat1.htm).

Do lamento de Brito e Silva vamos, em corte rápido, para a terceira história. Vem aí a TV SUR. Engendrada nos delirantes bastidores do Governo Hugo Chávez, A TV SUR se propõe a construir "um novo modelo comunicacional para fazer frente efetivamente à feroz campanha midiática empreendida contra o Processo Bolivariano na Venezuela e no resto do mundo". Longe de ser mais um dos gestos teatrais do fanfarrão presidente venezuelano, a TV SUR "é um dos principais objetivos do Ministério de Comunicação e Informação" daquele país contanto com o apoio (e entusiasmo) da esquerda latino-americana incluindo nossos ilustres representantes. O comunicado foi feito, na semana que passou, por inúmeras agências de notícias e partiu da Assessoria de Imprensa do Ministério de Comunicação e Informação da Venezuela e da organização Círculos Bolivarianos Leonel Brizola, do Brasil.

A quarta história vem do Velho Continente. Na Alemanha de Bento XVI coisas graves vêm acontecendo aos crentes fundamentalistas. Uma notícia dá conta que no último dia 20 de abril de 2005 duas mães da região de Nordrhein-Westfalen foram levadas para a cadeia porque não cumpriram as leis de freqüência obrigatória à escola. Não que tenham proibido os filhos de irem à escola, simplesmente se recusaram a permitir que eles participassem de uma peça teatral que desrespeitava a Deus. A primeira medida das autoridades foi multá-las. Quando elas não pagaram as multas, a polícia as visitou, algemou e encarcerou. Se o processo continuar há a possibilidade das autoridades lhes tomar os filhos (www.newswithviews.com/Ohara/debbie35.htm).

A quinta história é a surpreendente naturalidade com que a cristandade recebeu a indicação de Joseph Ratzinger para o Trono de São Pedro (sic). Mais surpreendente ainda foi a ginástica da mídia para minimizar a biografia do Benedito. Nascido no país de Hitler, Ratzinger tinha 10 anos quando o nazismo começou a dominar a Alemanha em 1937.Como toda criança daquela época, foi obrigado a ler na escola o livro didático O Cogumelo Venenoso, obra racista distribuída pelo governo alemão. Aos 16 anos fazia parte da Juventude Hitlerista e aos 18 do Exército Nazista.

Se acreditarmos na forma como a mídia passou essa história, Ratzinguerzinho fez tudo isso de cara emburrada e, na primeira oportunidade, desertou por não concordar com aquilo tudo. Meigo cresceu, meigo se tornou Cardeal e meigo conduziu, por 20 anos, a Congregação para a Defesa da Fé, nada mais nada menos que o pós-moderno Tribunal do Santo Ofício. Isso mesmo, o Meigo tribunal da Santa Inquisição renomeado.

"Para qualquer pessoa que conheça o mínimo de história", diz o jornalista José Roitberg, "Ratzinger era o Cardeal responsável pela Inquisição até a morte de João Paulo II. Essa Inquisição foi basicamente interna, com o julgamento sem direito de defesa e expurgo de bispos, padres e outros níveis hierárquico de sacerdotes católicos". www.israel3.com/modules.php?name=News&file=article&sid=521.
Aliás, foi da pena do meigo Ratzinger que nasceu um dos documentos mais duros do pontificado de João Paulo II: a Encíclica Dominus Iesus. Segundo esse documento, a única forma de alguém ser salvo é abraçando a Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Ou seja, os verdadeiros crentes em Jesus Cristo estão irremediavelmente condenados ao Inferno por não seguirem a ele, agora alcunhado de Benedicto. Pobres crentes. E olhe que muitos ficaram extasiados com as palavras meigas do Santo Padre. Tão bem declamadas, tão recheadas de referências bíblicas e citações gregas que chegou mesmo a encantar (www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2004200508.htm).

Neste domingo das Mães fica um alerta a elas. Não só a elas, mas a todos nós. As cinco histórias são transversais e interdisciplinares. O palco delas é o Mundo e a peça encenada fala dos últimos tempos. A TV ideal, sonho do homossexual Aguinaldo Silva, defenestra o heterossexual e glamouriza os gays. A TV ideal, sonho esquerdista de Chávez, Brito e Cia. já está no ar. Não só com o nome de TV SUR mas Globo, Record, Band, etc.
Encontramos um exemplo disso em um site voltado para o público gay. No dia 28 de abril passado, o site da revista G Magazine informou que "em uma mudança radical na trama da novela América, o personagem Tião (Murilo Benício), abandonará seu romance com Sol (Deborah Secco) e se envolverá com o personagem Júnior, vivido por Bruno Gagliasso". O site informa, ainda, que "a mudança faz parte de uma reformulação da trama, que teve o casal central romântico Sol e Tião rejeitado pelo público e vem despencando no ibope". Não aconselho ninguém a navegar no dito site. É asqueroso. Só mesmo a necessidade de pesquisador e a obrigação passar a visão completa dos fatos me fizeram descobrir que no dia 11 de agosto de 2004, a autora Glória Perez já falava dos seus planos para o personagem homossexual (http://gonline.uol.com.br/livre/gnews/gnews.asp?IdNews=1598) . Não foi, portanto, uma "reformulação da trama". É a própria trama.

Interessante. Enquanto uma autora feminina, Glória Pérez, esforça-se para divulgar o homossexualismo masculino um autor masculino, Aguinaldo Silva, é o paladino do lado feminino. Aliás, na entrevista à revista Cult, citada anteriormente nesse artigo, Silva diz que sua próxima investida nessa área mostrará uma senhora casada, 60 anos, com netos, que, repentinamente descobre-se lésbica. A novela ainda não tem nome nem data para estréia. Mas a atriz já está escalada: A sapatão será Eva Wilma.
Mães. Neste dia que é dedicado a você, proponha-se a ser mais zelosa em relação aos entretenimentos dos seus filhos. Acompanhe-os. TV e Internet têm sido fonte de desestabilização de famílias. Estejam atentas ainda àquilo que a escola tem ensinado aos seus filhos.

Minha filha - de quatro anos - todo final de semana recebe um livro para "ler". Como são bem infantis, surpreendi-me com uma frase embutida na historieta: "Às vezes os Espíritos (sic) podem usar os sonhos para nos dizer certas coisas". Entro no site da Editora (www.petit.com.br) e deparo-me com um singelo banner: "Semeando luz em forma de livros". O slogan é direto: "Livros espíritas para um mundo melhor". Doutrina demoníaca para crianças de quatro anos. No currículo da autora a informação: Cinco dos 28 livros de Rita Foelker são psicografados! Seria o singelo "Toco de lápis, pena de ganso" um deles?
Mesmo que não seja, leio nele a informação de que a autora "há oito anos edita a Folha da Criança, direcionada para as classes de educação infanto-juvenil dos centros espíritas". Ou seja, minha filha tem em mãos doutrinação de uma especialista. Ela, claro, não "leu" tal livro. Será que daqui a alguns anos não tentarão nos impor isso?
Minha preocupação é pertinente. A jornalista Debbie O'Hara, especialista nas questões de perseguição aos cristãos da Alemanha, informa que na simpática pátria do meigo Ratzinger "alguns pais crêem que é criminoso o que está acontecendo com seus filhos em suas escolas públicas". "Os valores amorais do governo", diz O'Hara, "estão tomando o lugar dos valores cristãos e as crianças estão sendo educadas para serem imorais. 'Técnicas' de relaxamento são utilizadas nas salas de aula, onde meninos e meninas deitam-se juntos numa sala com luzes apagadas e exploram todas as áreas do corpo do coleguinha ou da coleguinha do lado com uma pena até encontrarem os pontos mais 'sensíveis'. Eles são incentivados a tocar uns aos outros em qualquer parte do corpo que desejarem. As crianças aprendem que o homossexualismo é normal e que elas precisam descobrir sua própria identidade sexual por si mesmas" (www.newswithviews.com/Ohara/debbie35.htm).

Sabe aquela história da Bolsa Escola? Criança que não freqüenta a escola, perde a bolsa? Foi assim que começou na Alemanha. Depois, pais cristãos que preferiam educar os filhos em casa passaram a ser presos. Mas a situação agora vai além. Não basta mandar os filhos para a escola, eles são OBRIGADOS a participar de todas as atividades. Na Alemanha de hoje, as leis do governo de freqüência obrigatória à escola são mais importantes do que a liberdade religiosa e do que os direitos dos pais.
Na cidade de Hamburgo, os pais de uma menina de nove anos não aceitaram, por convicção religiosa, que a escola obrigasse sua filha a vestir roupa de banho para a aula compulsória de natação. O juiz que cuidou do caso decidiu que o governo tem o principal direito de "seguir suas próprias metas educacionais independente das convicções e desejos dos pais".

Andreas Wiebe, é governador de uma região alemã chamada Paderborn. Wiebe disse que os pais evangélicos que estão educando os filhos em casa estão cometendo abuso contra seus filhos, mantendo-os como reféns e forçando-os a aprender sua "ideologia". Afirmou ainda que essas famílias querem forçar sua vontade sobre o Estado. Alertou tais pais que eles devem se adaptar às leis de freqüência obrigatória à escola ou deixarem a Alemanha. "Os fundamentalistas não têm direito de ficar na Alemanha", disse o governador. O mesmo discurso época de Hitler. Será o discurso dos tempos do anti-Cristo?

A Alemanha tem uma população predominantemente cristã. Os protestantes (a maioria luteranos) representam 45% do total. Os muçulmanos respondem por 2% dos religiosos e os judeus 13%, incluindo aí outras minorias confessionais. O que assusta é que juntamente com os 40% de católicos, os luteranos fazem uma maioria silenciosa. Não dizem nada, não se levantam contra nada. Os teuto-batistas, fundamentalistas, é quem estão sofrendo. Deixaremos o mesmo ocorrer no Brasil? Quem estará disposto a pagar o preço?


(Do INFORMISSÕES nº 575)

Roberto Santos


2005-05-08 00:00:00

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