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O Islã Radical e a Conivência da Mídia

João 8:31-32


A Insensatez do Islã Radical e a Conivência da Mídia


Quantos de nós sabem que anualmente no Nepal são vendidas 5.000 meninas de 9 a 12 anos para a elite saudita, de forma a serem usadas como escravas sexuais em seus haréns? Quantos de nós sabem sobre os massacres de Darfur no Sudão, da Argélia, da Somália, e outros lugares onde a Jihad anda operando? As Filipinas por exemplo?

Para se entender a fundo o perigo, era necessário que estivessemos alertas para o fato de que um dos principais amigos e aliados de Hitler foi o Mufti de Jerusalém, o líder do movimento nacionalista árabe. E que o islamo-fascismo que vemos hoje tomar conta do mundo teve fontes sólidas no nazismo. Mas quem vai nos contar isso?

Enquanto a mídia acha que a revolta do islã contra o discurso do Papa é justa, tem uma razão, e não uma desculpa; e enquanto continuarmos a achar que o problema de todos os conflitos do mundo que envolvem os muçulmanos somos nós e não o radicalismo destes, iremos cada vez mais nos afundar no mesmo obscurantismo que nos levou a segunda guerra mundial.





O mufti de Jerusalem, Haj Muhammed Amin al-Husseini e Hitler: Islamismo radical e o nazismo como parceiros desde o princípio.




No texto do prof. de história do islamismo e de teologia muçulmana, Moshe Sharon, que publicamos, ele analisa o conteúdo mais profundo desta religião e afirma que o desejo da Jihad sempre esteve ali, e que o Alcorão vê a era da redenção islâmica, como o dia em que o mundo será dominado por estes, se tornando a "Casa do islã".

A diferença de um moderado islâmico para um radical, é que o primeiro não vê que esta era vá chegar em sua vida, e portanto não se enxerga em necessidade de entrar em guerra com outros povos hoje.

Mas e quanto ao radical? E aquele que conclui que é chegada a hora de tomar o mundo a força? Este, como o Mufti de Jerusalém, entende que o nazismo cabe como uma luva dentro de sua doutrina.

Afinal, o islamismo não tem uma doutrina política como o judaísmo com instituições legislativas e judiciárias como o Sinédrio e os sacerdotes do Templo. Tampouco tem como desenvolveu Roma, sua propria organização hierárquica e uma forma de governo específica. O islã e o Corão são reflexos do estilo de vida do profeta Maomé, a ser imitado, sem nenhuma dica sobre um sistema político ideal.

Portanto, na necessidade de conquistar o mundo, de expansão de domínios, de luta contra infiéis, e contra a "herege civilização ocidental e os judeus", que sistema político melhor do que o nazismo para se adaptar?













Semelhança ou Mera Coincidência?





Não existe local do mundo que eles não estejam atuando. Desde o Sudão, Somália, Argélia, África do Sul, Etiópia e outros pontos africanos, passando pela Ásia, no Egito, Israel, Marrocos, Síria, Líbano, Tailândia, Bali, etc... até Inglaterra, Espanha, França, Rússia na Europa e Estados Unidos e Argentina na América, entre tantos outros.

Nós temos a tendência de ver estes conflitos como casos separados, e nos esforçamos para entender as causas distintas de cada um. Eles, ao contrário, vêem isso como frentes diferentes de uma guerra única: a Jihad para destruir o mundo e os valores ocidentais e da democracia.

É fácil e simplista para a mídia dizer que o terrorismo em Israel e no Iraque vêm da "ocupação" destes países, e esquecer que em ambos os casos o terrorismo já existia antes destas "ocupações" e estão intimamente conectados a causas religiosas, como mostram os vídeos-testamentos que os suicidas deixam.

Díficil de entender é o silêncio criminoso dos meios de informação sobre muitos assuntos que parecem tabus neste jogo de xadrez. Onde estão as denúncias sobre o genocídio que ocorre em Darfur? 500 mil negros mortos não contam? Sobre a venda de menores no Nepal para uso sexual e do Dubai para serem escravos em corridas de jockey (mais de 30 mil meninos)? Sobre o assassinato constante de homossexuais nos países árabes? Sobre a escravidão e submissão das mulheres ao islã, onde são tratadas como objetos?

Vamos mais além: qual seria a principal forma de se derrubar a ameaça do islã radical? A luta interna. A revolta dos muçulmanos moderados contra aqueles que estão pregando o ódio e usando sua religião para fins torpes.

Mas o que fazer, se justamente igual ao nazismo, o islamismo está calando seus oponentes internos, matando mais de cem mil argelinos que não concordavam com o islã radical; e na Autoridade Palestina, Líbano e Síria, os que discordam desta forma de atuação islâmica são assassinados a título de "colaboradores de Israel" e "traidores", e o mundo se cala? Não protesta?

Óbvio que tudo isso não justifica o silêncio de mais de um bilhão de pessoas. Afinal, pode se contar nos dedos os que se manifestaram contra esta forma nazista do islamismo atual. E muitos destes que compõe este universo estão em países ocidentais, onde o risco é menor (embora sempre existente). O medo não pode justificar tudo. E mesmo com temores, foi os enfrentando que os grandes regimes totalitários ruiram. Não vamos usar também desculpas vazias. Mas que se a mídia ajudasse, desse voz aos poucos moderados que protestam, fizesse coro a estes, a situação seria melhor, com certeza seria.

Nem todo muçulmano é terrorista, mas quando nenhuma entidade muçulmana condena os atentados e diz que a jihad não faz parte do seu modo de ver o mundo, então quem cala consente.

Hoje vivemos uma das maiores ameaças a democracia que já pisou neste planeta. E eis as razões porque:

- O islamismo radical tem a sua disposição 55 países com potencial para se tornarem novas Alemanhas nazistas. Alguns deles com, ou a caminho de terem bombas atômicas.

- Muito petróleo, muito dinheiro, muito financiamento para manter a máquina de guerra em contínuo funcionamento.

- Na segunda guerra, as pessoas se entregavam ao Fuhrer. Mas nem todas estavam dispostas a se matar pelo Fuhrer. Quando entra o quesito religião, o número de pessoas dispostas a dar a vida por Alá e esperar a recompensa em forma de 72 virgens, ou em absolvição dos pecados, é muito maior.

- Desta vez o inimigo não precisa de um território fixo para atuar. Ele pode usar o território inimigo como base. Como o caso do WTC em Nova York, onde toda a operação, incluindo o treinamento dos terroristas em escolas de aviação, toda a preparação, e inclusive a ARMA do crime (os aviões) eram norte americanos. Em termos de estratégia militar, nunca houve algo assim na história.

- Hoje não se reconhece o inimigo. Dando sequência a idéia acima, ele não precisa de um estado para abrigá-lo e ele não está em um local onde podemos fácilmente encontrá-lo, mas ele pode ser qualquer um e estar em qualquer lugar, pois está espalhado em todos os continentes e em todos os países. Os terroristas que se explodiram em Londres, por exemplo. Eram britânicos. Muçulmanos, mas ingleses.


Portanto há fundamentos na crítica do Papa (mesmo que ele tenha negado na sequência que se tratava de uma crítica, dizendo ser apenas uma citação), quando ele mencionou a frase de Bizantino, que dizia que o "islã quer conquistar o mundo através da espada, da violência e da morte". Também este quadro coaduna com a charge dinamarquesa lançada ano passado, que mostrava o profeta Maomé, com uma bomba em sua turba.

Mas os muçulmanos ficaram indignados a este respeito. O islã está acima de críticas. É intocável. Se manifestar contra os assassinatos cometidos em seu nome, atentados, sequestros, arrastões, opressão de populações, nada.... mas contra uma charge e um discurso sim.

E a reação destes mostra o quão certa estão estas críticas. O que um ser humano normal e civilizado faz diante de artigos em jornais que atinjam seu grupo étnico ou religioso? Escreve aos veículos, aciona a polícia e os meios legais, ou até abre um blog ou um site como o "De Olho na Mídia" para responder ao que considera injusto ou criminoso. Isto é democracia. Isto é o modo correto de se agir.

No entanto o mundo muçulmano decidiu, que por conta de uma charge e um discurso que consideram insultuosos, eles agora estão livres para sequestrar e matar, incendiar prédios, igrejas, queimar carros, e obviamente se explodir.

E o que mais chama a atenção neste processo todo são os veículos informativos ocidentais procurando causas para estas ações. Ao invés de perceber que tudo faz parte da grande jihad, a guerra santa, os editoriais destes meios de comunicação procuram tentar achar "o que nós fizemos a eles", se não "exageramos" ou se não estamos sendo "islamofóbicos".

Além disso, falta moral a estes reclamões para que levemos sua indignação a sério. Afinal, como podemos acreditar que eles se revoltaram contra charges e discursos assim, se diariamente, em um volume centena de vezes maior, ilustrações muito piores contra os judeus em primeiro lugar, e contra cristãos e o mundo ocidental em segundo, povoam a mídia árabe, bem como discursos de incitação ao ódio no rádio, televisão, e nas mesquitas, onde sionistas/judeus são chamados de porcos e macacos?

E porque a grande mídia não fala disso? O Estado de S. Paulo, por exemplo no ano passado, questionou em um editorial, se não estavamos sendo islamofóbicos, quando da questão das charges, mas NUNCA se questionou sobre o anti-semitismo dos meios de mídia árabe/islâmico. Isto parece não merecer a atenção deste jornal, e de tantos outros (afinal este foi só um exemplo - e não um caso isolado - que me veio a memória agora).







Charges desumanizando os judeus e os EUA publicadas no diário oficial da Autoridade Palestina, Al Hayat Al-Jadida




Completando, existe um dos pontos mais doentios desta nova ideologia totalitarista, e que o mundo se recusa a enxergar, mas nós precisamos falar a respeito: se espelhando 100% na Juventude Hitlerista, o islamo-fascismo criou uma campanha contínua e consiste de indocrinação dos jovens na crença religiosa de que o islã deve dominar o mundo. De que são as eternas vítimas de Israel, EUA e do mundo ocidental em geral. E por fim, de ódio ao judaísmo, judeus e tudo que estes representem.

Quando se fala em possibilidades de acordos de paz entre Israel e os palestinos, por exemplo, é preciso que se pense: será que mesmo que se chegue a um termo comum e um papel seja assinado, veremos isso funcionar na prática, com toda uma geração tendo sido ensinada e educada para a morte e para o ódio ao vizinho?

E assim tem sido realizado em todos os lugares onde a jihad atua com intensidade: no Iraque, o alvo são os Estados Unidos. No Paquistão, a Indía e a "ocupação" da Caxemira. Na Chechênia, os "russos". Na Filipina, inacreditável: "os filipinos" e no sul da China, os chineses opressores.

Este é o nazi way of life posto em prática: os árabes não tem culpa de nada. O islã é puro. O problema é sempre com os outros, e por causa deles. Arranje um bode expiátorio. Manipule o ódio do populacho contra ele, para desviar as atenções sobre o governo e permitir que este se perpetue como uma ditadura escravagista, teocrática, corrupta e assassina. Alguma dúvida do que estamos falando?









É necessário neste sistema, que desde cedo as crianças passem a odiar, se sentir acuadas, e estejam dispostas a entregar suas vidas para o regime. É preciso deixar as novas gerações subservientes ao sistema, fazendo só o que ele mande, enxergando só o que ele quer, e tendo fidelidade somente a ele. Crianças são geradas para se tornarem bons soldados, e para matar e morrer por Alá e Maomé.

Um último ponto importante a ser lembrado é que os radicais islâmicos aprenderam muito rápido a usar a nossa democracia, que eles querem destruir, a seu favor. Se utilizando da liberdade de expressão e de credo dos países ocidentais ( coisa que inexiste nos países árabes), grupos terroristas pregam abertamente nas ruas e mesquitas dos Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo, a destruição destes PRÓPRIOS PAÍSES. E se alguém tentar coibi-los, alegarão, "censura" e "discriminação".

Vejam um exemplo terrível e recente acontecido nos EUA:


Na América, a ameaça do Islã se faz sentir em todo o seu horror pela organização islamo-nazista Nação do Islã, liderada pelo pregador racista Louis Farrakhan. Em 1993, numa demonstração de poder, ele organizou a Marcha de 1 Milhão de Homens Negros Islâmicos em Washington. Os jornais ironizaram com uma charge: enquanto o líder negro cristão Martin Luther King dizia: "Eu tenho um sonho...", Farrakhan diz: "Eu tenho um pesadelo!..." Foi uma manifestação de ódio a democracia. Nem preciso dizer: Farrakhan odeia o próprio país. “A América é completamente corrupta e merece queimar!” Para ele, a América merece o Islã.

O próprio nome da organização não deixa dúvidas: eles não admitem viver numa democracia, entre grupos de diferentes credos e raças: querem submeter (islã) toda a nação americana e totalizar o povo em torno de Um D-us – Uma Raça – Um Líder. Isso não lembra alguma coisa?

Com a supremacia islâmica negra, o grupo separatista muçulmano prega abertamente o extermínio de brancos, cristãos, judeus, homossexuais e não-muçulmanos em geral. Além da escravização das mulheres, é claro. Farrakhan tem laços com Muamar Kadaffi, ditador da Líbia há 40 anos, que lhe deu 'presentes' de 1 milhão de dólares (ou 1 bilhão, segundo ele disse). Além de caluniar o judaísmo como 'religião suja' (vindo dele, isso é um elogio), Farrakhan é um exemplo vivo de quão contraditório um muçulmano pode ser: é o único negro famoso admirador de Hitler.

Assustado com tudo isso? Pois DEVERIA! No entanto, a mídia mundial parece não ter interesse em divulgar este tipo de informação, de investigar a fundo e denunciar. Tal e qual nas vésperas da segunda guerra mundial, parece haver um interesse coletivo de minimizar o perigo, e de tentar achar desculpas para as atitudes dos inimigos da civilização. Enquanto seguimos na "Síndrome de Chamberlein", e damos uma de avestruzes, nos escondendo e recusando-nos a encarar o problema de frente, ele ganha força, escopo e adeptos.

É fácil para a imprensa acusar Israel pelos problemas do Oriente Médio, a Rússia pelos Chechenos e os EUA pelo Iraque, e ignorar esta vasta rede que cobre o mundo todo e prega morte aos infiéis, guerra aos cruzados e martírio por Alá.

Até quando durará a cegueira?

Darfur não é importante?

Argélia?

A escravidão em Dubai e o abuso sexual no Nepal?

Ou somente as operações israelenses são notícias?

O que se esconde atrás deste criminoso silêncio, e desta deturpação da verdade?

Medo? Interesses econômicos? Cegueira política


Na verdade, pouco importa! Só esperamos que esta situação mude enquanto for tempo. Na terceira guerra mundial, diferentemente da segunda, esperamos que o mundo acorde antes de armas quimicas, biológicas e nucleares serem disparadas. Esperemos que desta vez possamos evitar milhões de mortes, ou bilhões, coisa que não conseguimos da outra vez.

O mundo teve seis anos e uma Noite dos Cristais para acordar da outra vez e se recusou. Quanto tempo nós teremos agora?

Apenas para fazer você refletir um pouco mais, seguem duas das citações mais proferidas nas mesquitas onde o islamismo radical é disseminado. Durma-se com um barulho destes:


Sura 9:122-123 "Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes."


Sura 47:2-4 "E quando vos enfrentardes com os incrédulos, golpeai-lhes os pescoços (...) Matai-os onde quer que os encontreis."


www.deolhonamídia.org.br

Pr. José Nogueira


2006-10-04 00:00:00

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