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Porque Bush é tão odiado


Basicamente dois segmentos nutrem ódio ao Presidente Americano: Os grupos com interesses contrariados e uma grande massa de alienados/desinformados. Quando comparamos as bases éticas que norteiam a vida do mandatário americano com os valores defendidos por seus opositores, entendemos porque incomoda tanto o texano George Walker Bush.

No dia 20/01/2004 o Presidente dos Estados Unidos da América, George W. Bush fez o tradicional Pronunciamento à Nação sobre o Estado da União. Na oportunidade um dos destaques foi o anúncio de verba milionária para instituições que apóiam o casamento heterossexual.

Vários jornais brasileiros, Folha de São Paulo e O Globo entre eles, comentaram o assunto. "O objetivo é distribuir nos próximos anos cerca de US$ 1,5 bilhão a entidades conservadoras ligadas a bases comunitárias para que promovam uniões civis formais, especialmente entre pessoas de baixa renda, ensinando-as a superar problemas conjugais", disse a Folha.

Os jornais brasileiros deram a entender que a atitude de Bush tivera objetivos eleitoreiros. Apoiando a instituição casamento, Bush estaria, simplesmente, jogando para um eleitorado conservador. Mas o que nenhum dos jornais comentou é que há, neste momento nos EUA, uma profunda reflexão sobre o papel que o casamento representa no equilíbrio da sociedade americana. Aliás, no equilíbrio de qualquer sociedade. Bush não está, portanto, jogando para a torcida. Bush está lançando mão de um recurso milenar de combate à violência: o estabelecimento de lares saudáveis.

Mas isso se choca contra interesses “poderooosos". Isso porque há um número enorme de homossexuais fazendo a mídia mundial. São gays, lésbicas e simpatizantes que não suportam a idéia do incentivo ao casamento convencional.

Para entender o que se lê, é preciso conhecer os valores que motivam estes dois jornais citados neste texto. A Folha de São Paulo comenta que "o anúncio será mais um passo em direção ao conservadorismo em questões de costumes que vem marcando a administração Bush desde seu início. No discurso sobre o Estado da União de 2003, Bush já havia condenado o aborto e as pesquisas científicas com células-tronco embrionárias".

É bom que o leitor deste site saiba que a FOLHA é um dos jornais mais liberais do país. É em suas páginas que a psicóloga Rosely Sayão dá os piores conselhos a milhares de jovens brasileiros. Em uma de suas “consultas” tratou com ironia a pergunta de uma adolescente sobre como fazer sexo na praia. Profissionalmente, claro, deu dicas para que esta evitasse a entrada de areia em suas partes íntimas. Noutra “consulta” aconselhou um jovem gay a esconder sua "condição especial" dos pais até que estes viessem a "amadurecer" (sic). Foi também através de uma iniciativa da FOLHA nos anos 80, que pela primeira vez uma publicação brasileira distribuiu preservativos para os leitores. E isso encartado num suplemento voltado para adolescentes (FOLHATEEN).

O outro jornal a abordar, antecipadamente, a atitude do Presidente americano, foi O GLOBO. Novamente encontramos na matéria, leves estocadas na postura de Bush. "É um modo de o presidente atender às preocupações dos conservadores e consolidar sua base", diz O GLOBO citando uma suposta fonte ligada à Casa Branca.

Assim como a FOLHA, o sistema GLOBO tem optado por posturas comportamentais diametralmente opostas às de Bush. Trabalha, por exemplo, uma campanha de desarmamento que se mostrará, em longo prazo, desastrosa para a segurança das pessoas honestas deste país e empreende uma cruzada contra a violência atacando o foco errado. O clímax desta cruzada se deu por ocasião da veiculação da telenovela O Clone. À guisa de apontar saídas para o grave clima de violência que impera no Brasil, misturou fantasia com realidade levando às telas depoimentos de viciados. O objetivo era expor a crueza das drogas e, por conseguinte, despertar pessoas para a necessidade de ficarem longe delas. Com esta atitude piegas e inócua, chegou, inclusive, a receber prêmios pela iniciativa.

Nos dias de hoje é importante que o leitor reflita sobre o que lê nos jornais. As motivações acima foram as únicas coisas destacadas pela imprensa brasileira. Mas o que estaria por trás da atitude de Bush quando resolveu destinar tamanha fortuna para instituições que trabalham no fortalecimento dos casamentos entre homens e mulheres?

Bush, que é acusado de menosprezar a Ciência, na verdade trabalha com dados da própria. Está provada, através de uma excelente pesquisa, que o melhor remédio para a contenção da violência humana é a estruturação de lares equilibrados. E lares equilibrados só são possíveis quando formados por um homem que deixa a casa de seus pais e une-se a uma mulher. Embora pareça pregação religiosa, trata-se de dados de uma pesquisa acadêmica.

Na semana que antecedeu o discurso de Bush, um jornal americano publicou matéria definitiva sobre o caso. Com o título "Casamento ajuda a conter crime", o Washington Times do dia 15 de Janeiro de 2004 revelou que cientistas anunciaram os resultados de um estudo feito por criminologistas da Universidade de Maryland que revela que o casamento é um dos mais eficazes meios de combater o crime.

Cabe aqui uma reflexão sobre o Paradoxo Global. Na novela O Clone, por exemplo, a autora Glória Perez pretendia, supostamente, combater o consumo de drogas, lícitas ou ilícitas. Permeou a trama de depoimentos reais fazendo o expectador crer que com aquilo estava ajudando famílias a refletirem sobre a questão e afastar esse mal dos seus lares. Só que, na mesma trama, o que menos se via eram lares equilibrados. Pelo contrário, triângulos amorosos, adultérios e homossexualismo masculino e feminino eram glamourizados. Lares desfeitos, violência em gestação. Glória Perez agiu de forma oposta aos resultados da Ciência. Exatamente contrária à posição de Bush. Mas a Globo está certa e Bush é quadrado.

Voltando à pesquisa: no momento em que toda sociedade procura respostas para o problema da violência urbana, os resultados desse estudo deveriam apresentar grande interesse às autoridades brasileiras. Na contramão do estudo, no entanto, o que se vê por aqui é a possibilidade de se iniciar a mesma discussão, já tão comum em outras partes do globo, sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O estudo citado foi feito junto à ex-delinqüentes da cidade de Boston e concluiu que o amor de um homem a uma mulher é um dos principais fatores que impede este de cometer crimes.

O estudo averiguou que, entre delinqüentes juvenis nascidos na década de 1920, aqueles que tiveram um casamento real, heterossexual, revelaram, em comparação com os que permaneceram solteiros ou se envolveram com tipos alternativos de relacionamento, maiores chances de se corrigir durante a vida.

As descobertas do estudo, que também foram veiculadas no Times of London, desafiam boa parte das convicções atuais em matéria de políticas públicas de combate ao crime, as quais enfatizam o comportamento do indivíduo na infância e o ambiente em que cresceu como fatores-chave na hora de prever a tendência à criminalidade na idade adulta.

John Laub, professor de criminologia da Universidade de Maryland e co-autor do estudo, baseou a pesquisa nos registros de 500 criminosos da cidade de Boston que foram mandados para reformatórios nas décadas de 1930 e 1940.

Cinqüentas e dois desses homens, agora na casa dos 70 anos, foram novamente entrevistados. Trata-se do estudo sobre o crime com a mais longa abrangência temporal já realizado no mundo.

Laub descobriu que, entre os homens casados, 36% deles se mostravam menos dispostos à reincidência do aqueles que não se casaram.

"Acompanhando a vida dessas pessoas desde a idade dos 7 anos até os 70, descobrimos que o casamento foi, de longe, o ponto de inflexão mais importante de suas vidas", disse Laub.

Muito daquilo que lemos sobre o Presidente americano são críticas lastreadas em divergências ideológicas. E estas totalmente desassociadas da realidade científica.   

O "conservador" George W. Bush vem desagradando sistematicamente os "progressistas". Recentemente aprovou uma lei que proíbe uma espécie de aborto há muito desejada pela esquerda americana. O ex-presidente Bill Clinton (1993-2001) havia vetado duas vezes iniciativas semelhantes. A aprovação da lei foi considerada uma das maiores vitórias dos conservadores nos últimos 30 anos - desde que o aborto foi legalizado no país. 

Quanto ao estudo sobre Casamento e Violência, realizado junto a criminosos da cidade de Boston, temos aí uma triste ironia: Boston fica no Massachusetts. E a Suprema Corte do Estado de Massachusetts promulgou, recentemente, uma lei que legaliza a união civil entre pessoas do mesmo sexo. O Estado onde se descobriu, cientificamente, que o antídoto para a violência é o casamento entre um homem e uma mulher, passou a ser o primeiro Estado americano a aprovar uma lei oposta a isso.

A esquerda brasileira, capitaneada pela petista Marta Suplicy, vem, há anos, almejando o mesmo para nosso país.  Só acreditam na Ciência, quando esta lhe convém.


Roberto Santos


2004-07-01 00:00:00

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