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IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
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Nada pode ser feito contra a verdade


IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – EBD
CLASSES DE CASADOS E JOVENS SOLTEIROS

Nada pode ser feito contra a verdade

Se fôssemos criar um feriado protestante, assim como há os dias “santificados” para os católicos romanos, e os dias de festas judaicas, queria propor que seja o dia 22 de agosto, o Dia de São Hipólito,  segundo o calendário dos santos (Breviário) da Igreja de Roma.

Quem foi Hipólito e o que ele representa para que possa ser indicado como digno de tamanha honraria de nossa parte?

Como veremos a seguir, Hipólito foi discípulo de Irineu, que, por sua vez, foi discípulo de Policarpo.
E Policarpo foi discípulo direto de João, o apóstolo do amor. Sua vida fala por si, foi um grande servo de Deus.
Mas, o motivo que proponho para se prestigiar o seu dia (conforme o Breviário Romano), deve-se a um outro fundamento. Deus usou a vida de Hipólito muitos séculos depois para expor ao mundo uma mentira e revelar a verdade. Embora, as hostes da mentira tenham tentado de todas as formas encobrir esta revelação, a Bíblia Sagrada assegura que “nada podemos fazer contra a verdade” (2 Coríntios 13:8).

Vejamos um pouco de História do Cristianismo.

Em 1551 foram feitas escavações na Via Tiburtina (estrada Tivoli), perto de Roma. Encontrou-se uma estátua de mármore de um honorável ancião, meio calvo, de longas barbas, ornado de um manto de estilo grego. As partes laterais e a posterior da cadeira têm inscrições em grego. O lado direito exibe um calendário, indicando as luas cheias da Páscoa, a principiar no primeiro ano do imperador romano Alexandre Severo, ano 222 da era cristã.

No outro lado há uma tabela indicando a Páscoa de cada ano, num ciclo de dezesseis anos, a começar do ano 222 até 333 d.C.

Na parte posterior da cadeira, que está um pouco mutilada, há um catálogo de obras, certamente produzidas pelo personagem representado na estátua.
 Este importante achado, que estava naturalmente muito quebrado, foi conservado pelo cardeal Marcelo Cervino (mais tarde Papa Marcelo II). O monumento foi transportado para o Vaticano, como uma valiosa relíquia da
Antiguidade.

Pio IV mandou restaurá-la.

Sabe-se que é uma estátua de Hipólito, pelos títulos das obras escritas na parte posterior da cadeira. Hipólito nasceu por volta de 170 d.C., e foi martirizado em 236 d.C. por ordem de Maximino, implacável imperador romano que perseguiu cruelmente os cristãos. Hipólito é chamado de Episcopus Portuensis (há esta inscrição na base da estátua), portanto deve ter sido pastor da igreja que ficava no porto próximo a Roma, na embocadura do Rio Tibre, ao norte. Entre os seus escritos há tratados de apologética (defesa da fé) – os livros 9 e 10 são “Refutações de Todas as Heresias”.

O maior historiador antigo da igreja cristã, Eusébio (História Eclesiástica, Livro VI, Capítulo XXII), escreveu: “Ao mesmo tempo, Hipólito, autor de muitos tratados, escreveu também uma obra sobre a páscoa, em que registra a série dos tempos, apresenta a tábua exata, compreendendo um período de dezesseis anos, a começar do primeiro ano do governo do imperador Alexandre”. A autoridade e fidedignidade dos registros de Eusébio são incontestáveis, visto que ele viveu em tempos muito próximos ao eventos descritos (263 a 340 d.C.).

Eusébio acrescenta que Hipólito escreveu muitas outras obras. Muitas dessas obras, no todo ou em parte, ainda existem.

Dr. Schaff (“Church History”) o considera o mais fecundo escritor do Terceiro Século.

Aqui vamos nos interessar mais pela obra “Contra as Heresias”. Esta obra foi encontrada no fim do Século XIX, pelo Dr. Basílios Georgiades, na ilha de Chalce, perto de Constantinopla (hoje Istambul, na Turquia). Para os que têm pouca intimidade com a História do Cristianismo ou do Império Romano, é útil saber que o imperador Constantino, quem em 313, garantiu a liberdade de culto para os cristãos (terminando a era das perseguições e martírios, fundou a cidade de Constantinopla, em 333, transferindo a sede do poder político, da religião e da cultura, de Roma para Constantinopla – daí a grande quantidade de relíquias e documentos históricos antigos serem achados na região de Constantinopla (Earle Cairns: O Cristianismo Através dos Séculos).

A descoberta do Dr. Basílios do livro perdido de Hipólito foi amplamente noticiada e dada a justa importância nos meios acadêmicos e pela imprensa da época (Sunday at Home, maio de 1892).

O tratado, escrito por Hipólito, “Contra as Heresias” assume, em diversos sentidos, um valor inestimável para o Cristianismo, pois cita os quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), quer dizer que no início do Terceiro Século os quatro Evangelhos canônicos já eram amplamente aceitos e citados em obras sobre a fé cristã como testemunhas autênticas da vida e ensinos de Jesus Cristo. E também por descrever com clareza e exatidão a cristandade naquele período e os personagens daquela época.

E, ao refutar as heresias e confrontar os hereges do Século III, Hipólito, o mártir que foi canonizado pela Igreja Católica Romana e posto no calendário dos santos-mártires, expõe quais eram as piores heresias de sua época e seus defensores hereges.

Quem diria que uma descoberta arqueológica do final do Século XIX fosse ser tão impactante para a história cristã? Suas descrições e argumentações são de um autor respeitadíssimo por sua vida, por suas obras e por sua proximidade histórica com os apóstolos de Jesus Cristo - quer dizer que ele seguiu os ensinos e tradições dos apóstolos, uma vez que foi discípulo de Irineu. Irineu foi aluno e seguidor de Policarpo, que, por sua vez, foi discípulo do apóstolo João – e Policarpo, depois de servir ao SENHOR por 86 anos, morreu como mártir em Smirna, em 155 d.C. (pouco mais de 50 anos após a morte do apóstolo João).

Para se compreender a importância desse achado e o impacto que teve é bom se familiarizar que esses últimos tratados de Hipólito estavam perdidos por vários séculos e que somente foram encontrados no Século XIX, na região do Arquipélago do Mar Egeu, onde havia cerca de vinte mosteiros, com oito mil monges, com suas bibliotecas seculares (que remontam aos tempos de Constantino), e que guardam antiguíssimas obras de valor histórico inestimável – verdadeiras relíquias documentais da história do Cristianismo. E a última obra encontrada, “Contra as Heresias”, desmascara a falsa argumentação da existência de um papado desde os tempos apostólicos. Nessa obra, Hipólito aborda as lutas que os verdadeiros defensores da fé cristã travaram contra ensinos falsos e corruptos que haviam se infiltrado na obra de Deus.
 “A Igreja Romana”, diz o historiador Dr. Schaff, “foi colocá-lo no calendário dos santos-mártires, e quando havia ela de pensar que no Século XIX seria ele mesmo testemunha contra ela!”.

A imponente estátua da cadeira de mármore, que foi encontrada no Século XVI, é uma prova que Hipólito foi uma figura muito respeitada no Cristianismo dos primeiros séculos. Deus fez com que sua cadeira descoberta em 1551 e suas últimas obras achadas em 1892 fossem verdadeiras e fortes luzes para iluminar a tantos quantos foram obscurecidos por subterfúgios, enganos e mentiras. Deus chama os sinceros e os que querem a verdade para não terem medo da pesquisa e para examinar os fatos. A coragem e a sinceridade deles serão contempladas com a luz e a bênção de Deus.

É notório que há duas maneiras de viver a fé:
Uma é amando a verdade, como nas próprias palavras do SENHOR Jesus Cristo: “Quem pratica a verdade aproxima-se da verdade... Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz...” (Evangelho de João, 3:21 e 18:37).
 Outra maneira de querer viver a fé é recusando-se “a dar ouvidos à verdade...” (2 Timóteo 4:4), e ficando ofendido ou odiando aos que com, amor e compromisso diante de Deus, procuram lhe esclarecer acerca da verdade, como disse o apóstolo Paulo, em Gálatas 4:16:
 “Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?”

Espero sinceramente que você não faça parte desse segundo grupo.

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Agora, vamos juntos observar o que disse Hipólito, em seu nono volume, da “Refutação”:

“Havia certo homem, chamado de Noeto de Smirna, que introduziu uma heresia, fundada na doutrina de Heráclito1. Outro chamado Epígono, seu agente e discípulo, veio a Roma e disseminou as suas odiosas doutrinas. Cleómenes, homem estranho à igreja, de vida e costumes contrários à fé, fazendo-se discípulo de Epígono, auxiliou-o na difusão da heresia. Zeferino que pretendia, então, governar a igreja, sendo ele iletrado e avarento, tentado por ofertas, permitiu aos que concorriam a Cleómenes fazerem-se seus discípulos. Afinal, o próprio Zeferino, sendo também enganado, caiu no mesmo erro de Calisto (de cuja vida e heresia que inventou, adiante se fala), e foi nisto seu conselheiro e sócio da perversidade.
Durante a sucessão destes, continuou a escola ampliada e fortalecida pela cooperação de Zeferino e Calisto”


Qual é a luz que as revelações de Hipólito trazem daquela época? Acontece que Zeferino era o bispo da igreja de Roma, nesse período, e está alistado no catálogo dos papas da Igreja Católica Romana e que, conforme estabelece a (falsa) doutrina romana, deveria ser infalível. E, pior ainda, Calisto foi sucessor de Zeferino, no bispado da igreja de Roma (ambos estão alistados como papas).

O Romanismo para dar autoridade e tornar inquestionável suas doutrinas anti-bíblicas estabeleceu (falsamente) que houve uma sucessão ininterrupta de bispos na sé romana, desde o apóstolo Pedro até hoje. E que estes homens, numa sucessão sagrada, deram prosseguimento a Igreja Católica desde os dias de Pedro. Criaram o dogma que sua lista é formada de homens que foram legítimos sucessores de Pedro, e que, como bispos de Roma, foram infalíveis. Assim, com esse dogma, eles, então, propagaram ser a verdadeira igreja.

Mas, isto está muito distante de ser verdade.

O paladino da fé, Hipólito, que foi contemporâneo de dois desses “infalíveis”, que estão na Lista do Vaticano, escreveu:
“Nunca lhe demos guarida (a Zeferino e Calisto), antes a eles nos opusemos com freqüência e os refutamos, compelindo-os, mau grado seu, a confessar a verdade; e confessavam-na de ocasião, por força da mesma verdade e por influência do decoro”.

Nesse relato fica implícito que havia uma reunião de pastores (bispos) da região, em que se tratavam dos assuntos de ordem doutrinária e moral. Que não havia papa fica tácito e que qualquer um, mesmo o bispo da igreja que ficava em Roma, podia ser exortado e ser-lhe imposto a reconhecer erros e declarar a verdade.

E Hipólito descreveu o problema daqueles homens:
“Mas, não se demoravam a revolverem de novo no lamaçal.”

A descrição que ele faz do péssimo caráter e baixíssima moral do futuro papa, conhecido na lista papal por Calisto I:
“Calisto encorajou a heresia; era astucioso no mal e versátil na fraude com que aspirava a cadeira episcopal; exaltou a Zeferino, homem ignorante e baldo de vocação para os negócios eclesiásticos. Zeferino era amigo de peitas e cobiçoso; Calisto governava-o a seu jeito, à custa de dogmas e exigências ilícitas. Além do mais, instigava-o continuamente a promover contendas entre irmãos, cujas conseqüências explorava manhosamente, atraindo a si as partes litigantes.”

Na descrição a seguir da pessoa de Calisto, Hipólito narra de forma clara uma reunião de iguais (líderes de igrejas) em que Sabélio (que havia introduzido o Sabelianismo - uma heresia que negava a doutrina da Trindade) foi confrontado:

“Uma vez (Calisto) falava a verdade com os partidários que a aceitavam, fingindo concordar com eles; outras vezes fazia o mesmo com os adeptos de Sabélio, a quem ele depôs, logo que o viu firme nas suas opiniões. Quando Sabélio foi exortado por nós, não se mostrou obstinado; mas ficando só em companhia de Calisto, este o instigava fingindo crer nas doutrinas de Sabélio, a inclinar-se à teoria de Cleómenes. A princípio Sabélio não descobriu a sutileza e, depois, achou-a, como adiante direi”.

Hipólito também descreve o imperador romano de sua época, Cômodo, filho do imperador-filósofo Marco Aurélio. Ao contrário de seu pai que foi um filósofo e homem de letras (mas que perseguiu cruelmente os cristãos), Cômodo adorava o coliseu e participava com avidez das lutas contra as feras e dos combates de gladiadores. Mas, por mais estranho que pareça, em seu reinado, abrandou a perseguição aos cristãos. Assim, em grande parte da vida de Hipólito e de seus contemporâneos, os cristãos gozaram de relativa paz.

Hipólito explica este paradoxo: Márcia, a concubina favorita de Cômodo, era favorável aos cristãos. A influência dessa mulher fez com que o braço sanguinário de Cômodo não se dirigisse aos cristãos.

Na época, Zeferino era o bispo de Roma, e era grandemente influenciado por Calisto, um de seus assessores. Hipólito revela que a avareza e a ignorância de Zeferino é que o faziam presa das artimanhas e jogos de Calisto. Quando Zeferino morreu, em 217 d.C., Calisto, que já planejava tudo, pegou seu posto.

Hipólito, que era bispo da cidade vizinha, o descreveu em seu livro apologético (em defesa da fé), dizendo:
“Era impostor e vilão, e levou após de si muitos que lhe eram semelhantes”.

E, quanto à doutrina, Hipólito, que foi um dos precursores da ortodoxia (doutrina correta), acusou Calisto de heresia contra a Trindade:
“Calisto pôs-se à frente da propaganda herética (o Neocianismo) tornando-a mais ímpia à força de invenções suas” 2

O que determina o Dogma do Catolicismo acerca da infalibilidade papal? Deixemos que o Cardeal Gibbons a defina: “O papa, como sucessor de São Pedro, príncipe dos apóstolos, em virtude das promessas de Jesus Cristo, é isento de erro, quando promulga à Igreja as decisões sobre a fé e costumes”.

Hipólito e os cristãos dos séculos II e III nunca aceitariam tal absurdo que foi declarado dogma em 1870.

Assim como Hipólito, Atanásio também com conhecimento bíblico e coragem defendeu a fé anos mais tarde. Assim também, no fim do Século XIX, quando o Papa Pio XII, em 18 de julho de 1870, concluindo a decisão de um concílio manipulado, decretou o dogma da infalibilidade papal, homens sérios e comprometidos com a verdade, corajosos e zelosos pela história e pelas Sagradas Escrituras, protestaram e saíram do Catolicismo Romano, entre eles o Dr. Dollinger e o mais respeitado, honrado e culto brasileiro: Rui Barbosa.

Janus escreveu um livro “O Papa e o Concílio” em que denunciou toda a artimanha perversa que envolveu a criação e a decretação da infalibilidade papal.

Rui Barbosa traduziu o livro e fez uma introdução do mesmo tamanho e da mesma (ou maior) importância que o próprio livro de Janus, em que mostra o erro confrontando com a Bíblia e apresenta provas históricas irrefutáveis de que nos primeiros séculos do Cristianismo ninguém que fosse realmente cristão creu em tal pensamento nem defendeu tão repugnante heresia. Pois há um só que é infalível e sem erro: Deus!

Crer num homem como INFALÍVEL é uma blasfêmia, pois o coloca no mesmo nível de Deus. E, como Deus é único (Deuteronômio 6:4-9), ou Ele ou o homem tido como infalível é falso.

O cristão que ama a verdade faz coro com o apóstolo Paulo (e com Hipólito, Atanásio, Rui Barbosa, e tantos outros que não trocam o seu Deus):

“Seja Deus verdadeiro, e mentiroso todo homem”
(Epístola ao Romanos 3:4).

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1. Heráclito foi um filósofo grego do Século III a.C. Recebeu a alcunha de Heráclito, o Obscuro, porque suas idéias eram expressas de modo confuso e ensinava que todas as coisas vieram de um fluido etéreo e sutil.

2. Não há espaço nem propósito deste estudo de dar pormenores de todos os detalhes descritos por Hipólito. Mas é útil que se diga que ele conta a história de Calisto. Era um escravo de um cristão muito rico. Calisto, como era comum na época, era um escravo de confiança e que ajudava nos serviços burocráticos. Ele aconselhou ao seu senhor - que era um homem rico e que desfrutava de bom testemunho e respeito – que criasse uma espécie de banco, onde as pessoas poderiam guardar suas jóias, ouro, etc. Carpóforo acatou a idéia e o pôs como gerente. O negócio deu certo, mas Calisto o fez falir (Hipólito diz não saber com certeza os motivos). Sendo pressionado pelos depositantes, Carpóforo procurou Calisto, que fugiu de Roma em um navio. Hipólito, parecendo uma testemunha ocular, descreve como por azar faltou vento ao navio de Calisto, e ainda do porto, em navio de remo, Carpóforo foi em seu encalço e o pegou. Calisto quis suicidar-se pulando nas águas, mas os marinheiros o salvaram. Ele foi condenado a trabalhos forçados na ilha da Sardenha. Anos depois, Márcia, a concubina de Cômodo, usou sua influência para conseguir um perdão para os cristãos presos na ilha de Sardenha. E solicitou ao bispo de Roma, na época Victor, uma lista de cristão presos por causa da fé. Victor fez a lista, mas não colocou com justa razão o nome de Calisto (uma vez que ele estava ali não por ser cristão, mas por roubo). Jacinto, um servo de Victor, foi o responsável de levar a lista e trazer os cristãos beneficiados. Em Sardenha, Calisto, sabendo que não estava na lista, chorou e implorou a Jacinto que o incluísse. Jacinto atendeu seu pedido. Em Roma, o bispo Victor quando viu Calisto de volta e livre ficou muito contrariado, mas,cedendo ao seu coração bondoso, não lhe fez nenhum mal, apenas exigiu que ele não mais morasse em Roma. Quando Victor morreu, e tendo assumido a igreja de Roma Zeferino, Calisto voltou.


Pr. José Nogueira


2009-06-21 00:0

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