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Mensagem Pastoral

IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
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Sermão de Formatura - CTBPL 2009


IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA

CULTO DE FORMATURA – CTBPL – 06 DE DEZEMBRO DE 2009

Paraninfo: Pr. José Nogueira

 

            Amados formandos, esposas e filhos

            Queridos colegas de ministério

            Prezados amigos

            Estimados irmãos em Cristo:

 

            Hoje é um dia muito especial na vida do Pr. Evaristo, Pr. Joaquim, Pr. Kleiton e Pr. Luiz. Eles vão receber daqui a poucos momentos a recompensa de seus estudos teológicos, os diplomas de conclusão de uma fase importante na vida deles. A Bíblia ensina que “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade” (2 Timóteo 2:15).

 

            Amados irmãos concludentes: Vocês escolheram homenagear o grande homem de Deus Robert McCheyne, dando o nome da turma como reconhecimento e inspiração Turma Robert Murray McCheyne.

            Ele foi um servo de Deus que ficou conhecido como “um homem que não era como os demais”:

            Era inverno. Sentados próximo ao fogo, dois pedreiros estavam dedicados a sua tarefa. De repente, um desconhecido aproximou-se deles, desceu do cavalo e, imediatamente, passou a conversar sobre o estado espiritual da alma deles. Servindo-se das vivas chamas da fogueira como ilustração, o jovem desconhecido pregou verdades alarmantes. Com profunda surpresa, os pedreiros exclamaram: “Você não é um homem como os demais!” Ao que o desconhecido — que era Robert McCheyne — respondeu: “Eu sou, simplesmente, um homem como os demais”.

            Parece que, tanto a leitura dos sermões de McCheyne quanto de sua biografia, fazem brotar do coração do leitor a mesma exclamação dos pedreiros: que, certamente, Robert McCheyne não foi um homem como os demais. Seu ministério, certamente muito breve, tornou-se uma das luzes mais brilhantes do evangelho na Escócia. Pureza doutrinária e fervor evangélico impregnaram por completo a pregação desse grande servo de Deus. Em McCheyne encontramos aquela característica tão sublime — e muito rara, infelizmente — de uma harmoniosa correspondência entre pregação e vida. A vida de McCheyne, que alguém definiu como “um dos mais belos exemplos da obra do Espírito Santo”, foi caracterizada por um alto grau de santidade e consagração.

            Robert Murray McCheyne nasceu em Edimburgo em 29 de maio de 1813, numa época em que os primeiros resplendores de um grande ressurgimento espiritual tinham lugar na Escócia.

            Na sua juventude foi descrito como tendo boa estatura, cheio de agilidade e vigor, ambicioso, ao mesmo tempo em que era nobre em sua disposição, evitando qualquer forma de engano em sua conduta.

            A morte de seu irmão David causou uma profunda impressão em sua alma. Anos mais tarde, escrevendo a um amigo, Robert disse: “Ora por mim, para que eu possa ser mais santo e mais sábio, menos como eu mesmo sou e mais como meu Senhor é (…) Hoje fazem sete anos que perdi meu querido irmão, mas comecei a encontrar o Irmão que não pode morrer”.

            Em 1831, iniciou seus estudos na Divinity Hall, onde Thomas Chalmers era professor de Teologia, e David Welsh o era de História Eclesiástica. Com outros companheiros e fervorosos amigos, Robert McCheyne se reunia para orar e estudar a Bíblia. Quando o Dr. Chalmers viu McCheyne esquadrinhava as Sagradas Escrituras, não pode senão dizer: “Eu gosto dessa literalidade!” Verdadeiramente, todos os sermões deste grande servo de Deus são caracterizados por uma profunda fidelidade ao texto bíblico. Já neste período de sua vida, McCheyne dava mostra de um grande amor pelas almas perdidas e, junto com seus estudos, dedicava várias horas por semana à pregação do evangelho.

            Suas próprias palavras apresentam melhor sua estima pelo estudo e, ao mesmo tempo, revelam o espírito de oração que, segundo McCheyne, devia sempre acompanhá-lo: “Esforça-te em teus estudos”, escreveu a um jovem estudante em 1840. “Dá-te conta de que estás formando, em grande parte, o caráter de teu futuro ministério. Se adquirires agora hábitos de estudo marcados pelo descuido e a inatividade, nunca tirarás proveito do mesmo. Faz cada coisa a seu tempo. Sê diligente em todas as coisas; aquilo que valha a pena fazê-lo, faze-o com todas as forças. E, sobre todas as coisas, apresenta-te diante do Senhor com muita freqüência. Não tentes nunca ver um rosto humano enquanto não tiveres visto primeiro o rosto Daquele que é nossa luz e nosso tudo. Ora por teus semelhantes. Ora por teus professores e companheiros de jornada.”

            Em novembro de 1836, foi ordenado pastor. Permaneceu como pastor da mesma igreja até o dia de sua morte. Mas não havia nada em suas mensagens que buscasse o agrado do homem natural, pois não estava em seu coração buscar o beneplácito dos inconversos. “Se o evangelho agradasse ao homem carnal, então, deixaria de ser evangelho”. Ele estava profundamente persuadido de que a primeira obra do Espírito Santo na salvação do pecador era a de produzir convicção de pecado e de trazer o homem a um estado de desespero diante de Deus. “A menos que o homem seja posto no nível de sua miséria e culpa, toda a nossa pregação será vã. Somente um coração contrito pode receber a um Cristo crucificado”. Sua pregação era caracterizada por um elemento de declarada urgência e alerta. “Que Deus me ajude sempre a falar-vos com clareza. Mesmo a vida daqueles que vivem mais anos é, na verdade, curta. No entanto, essa vida curta que Deus nos deu é suficiente para que busquemos o arrependimento e a conversão, pois logo, muito logo, passará. Cada dia que passa é como um passo a mais em direção ao trono do juízo eterno. Nenhum de vós permanece imutável; talvez estejais dormindo; não importa, pois a maré do tempo que passa vos está levando mais para perto da morte, do juízo e da eternidade”.

            É de Robert McCheyne a exortação seríssima: “Acima de todas as coisas, cultiva teu próprio espírito. Tua própria alma deveria ser o principal motivo de todos os teus cuidados e desvelos. Mais que os grandes talentos, Deus abençoa àqueles que refletem a semelhança de Jesus em sua vida. Um ministro santo é uma arma terrível nas mãos de Deus”. McCheyne talvez pregasse com mais poder com sua vida do que com suas mensagens, e ele sabia bem, como nos disse seu amigo Andrew Bonar, que “os ministros do Evangelho não só devem pregar fielmente, mas também viver fielmente”.

            Enquanto o vigor e a força espiritual de sua alma alcançavam uma grandeza gigantesca, a saúde física de McCheyne se via minada e debilitada por causa de seus esforços contínuos e tamanha dedicação em servir incessantemente na igreja. Ao final de 1838, uma violenta palpitação do coração, ocasionada por seus árduos labores ministeriais, enfraqueceu ainda mais sua saúde.

            Em 1839, um grupo de pastores, reunido em Edimburgo, decidiu convidar McCheyne a se unir a uma comissão de pastores que planejava ir a Israel para estudar as possibilidades missionárias.

            Do ponto de vista espiritual, sua estadia em Israel se constituiu uma verdadeira bênção para a sua alma. Visitar os lugares que haviam sido cenário da vida e obra de Jesus foi uma experiência indescritível para o jovem pastor. Lá ele pregou o Evangelho e começou uma igreja. No entanto, fisicamente, o estado de McCheyne não melhorou; antes, pelo contrário, parecia que seu tabernáculo terrestre ameaça sofrer um desmoronamento total. E, assim, nos últimos dias de julho de 1839, encontrando-se a delegação missionária próxima de Esmirna, e já para regressar, McCheyne caiu gravemente enfermo. Quando tudo fazia pensar em uma rápida morte, o Senhor estendeu Sua mão curadora e o grande servo do evangelho pôde, por fim, regressar a sua amada Escócia e ao seu querido rebanho.

            Em novembro do mesmo ano, McCheyne, recuperado de sua enfermidade, regressou a sua congregação. Os membros da igreja transbordaram de alegria ao ver de novo o rosto amado de seu pastor. A igreja estava absolutamente lotada e, enquanto todos esperavam que McCheyne ocupasse o púlpito, um silêncio absoluto reinava entre os que estavam ali congregados. Muitos membros derramaram lágrimas de gratidão ao rever o rosto de seu pastor. Ao finalizar o culto e movidos pelo poder de sua pregação, muitos foram os pecadores que derramaram lágrimas de arrependimento.

            Na primavera de 1843, quando McCheyne regressara de uma série de reuniões especiais, caiu repentinamente enfermo. Ele havia visitado a vários enfermos de febre infecciosa, e a constituição fraca de McCheyne sucumbiu ao contágio da mesma.

            No dia 25 de março de 1843 partiu para estar com o Senhor. Com apenas 29 anos.

            “No dia do enterro, foram suspensas todas as atividades na cidade. Do lugar do velório até o cemitério, todas as ruas e janelas estavam abarrotadas de uma grande multidão. Muitas almas se deram conta naquele dia de que um príncipe de Israel havia caído, assim a morte do amado Jônatas foi sentida e muito chorada por Davi, também aquele príncipe de Deus foi honrado em sentimentos e até muitos corações indiferentes experimentaram uma terrível angústia ao presenciar seu sepultamento.

            O ministério de Robert McCheyne não terminou com sua morte. Suas mensagens e cartas, com sua biografia, são ricos instrumentos de bênção para muitas almas.

            Pouquíssimos homens de Deus, foram tão zelosos na obra do SENHOR e se desgastaram tanto em servir a Jesus, como Robert McCheyne. Ele encarna Hebreus 11:38, homens “dos quais o mundo não era digno”. Seu exemplo de servir com ardor, de pregar com fervor, e de pastorear com amor, viver em santidade com grande consagração são inspirações e desafios para todo pastor que leva a sério seu ministério, sabendo que diante de Deus prestará contas.

            Então, amados, tomar o nome desse grande servo de Deus lhes impõe grande responsabilidade.

            Mas, vocês escolheram Atos 20:28, como tema da turma: “... para apascentardes a igreja de Deus”.

            O texto sagrado diz:

“Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.”

Atos 20:28

            Leiamos todo o contexto – Atos 20:17-31:

17

E de Mileto mandou a Éfeso, a chamar os anciãos da igreja.

18

E, logo que chegaram junto dele, disse-lhes: Vós bem sabeis, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, como em todo esse tempo me portei no meio de vós,

19

Servindo ao Senhor com toda a humildade, e com muitas lágrimas e tentações, que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram;

20

Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas,

21

Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

22

E agora, eis que, ligado eu pelo espírito, vou para Jerusalém, não sabendo o que lá me há de acontecer,

23

Senão o que o Espírito Santo de cidade em cidade me revela, dizendo que me esperam prisões e tribulações.

24

Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.

25

E agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto.

26

Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos.

27

Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.

28

Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.

29

Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho;

30

E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.

31

Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós.

            Oremos, irmãos.

 

            No verso 28, o Espírito Santo, através de Paulo, nos exorta como pastores e evangelistas: “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.”

            Aqui, queridos, o SENHOR nos passa quatro deveres ministeriais imprescindíveis:

 

I – DEVER DIANTE DE DEUS – Vs. 19

            Servindo ao Senhor com toda a humildade, e com muitas lágrimas e tentações, que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram”.

            É ao SENHOR que servis... diz a Palavra! É a Ele que vamos prestar contas. Li numa reportagem que os líderes religiosos constituem uma das classes mais preguiçosas. Espero que não sejam pastores.

            Servir é encarar-se como servo... e servo do SENHOR! O exemplo de Jesus – que se deu até o fim – deve ser nosso modelo. A vida de Paulo, incansável, deve ser um desafio para nós. A vida de servos de Deus, como William Carey – que evangelizou boa parte da Índia. Uma página de seu diário dá a idéia de sua dedicação: Leu a Bíblia em hebraico às 5h45 para sua devoção particular, realizou o culto doméstico em bengali às 7h, leu com um intérprete um escrito em marathi às 8h, trabalhou na tradução de um poema em sânscrito para o inglês às 9h, deu uma aula de bengali na Universidade às 10h, leu as provas do livro de Jeremias em bengali às 15h, traduziu o oitavo capítulo de Mateus para o sânscrito com o auxílio de um tradutor da Universidade às 17h, estudou um pouco a língua telinga às 18h, pregou em inglês para um grupo de oficiais britânicos e suas famílias às 19h30, traduziu o nono capítulo de Ezequiel para o bengali às 21h,

                Wiliam Carey e seus colegas missionários fundaram 26 igrejas, 126 escolas com 10.000 alunos, traduziram as Escrituras em 44 línguas, produziram gramáticas e dicionários, organizaram a primeira missão médica na Índia, seminários, escolas (até W. Carey, em 1800 anos de Cristianismo, a Bíblia tinha sido traduzida para 18 línguas somente).

 

II – COMPROMISSO COM A IGREJA – Vs. 27

            “Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.”

            Com a igreja de Deus nós temos que ter o compromisso de ministrar com a Palavra de Deus. Isto quer dizer, amados, que devemos não somente pregar a Palavra de Deus, de ensinar a Palavra, mas também a Palavra deve ser a nossa autoridade e base para aconselhar, disciplinar, administrar, e servir.

            O servo de Deus tem que ser um biblicista – perito em Bíblia.

            O servo de Deus precisa ser um bibliófilo – que ama, respeita e prega a Bíblia.

            Nosso legado histórico é honroso. Composto de homens que pregaram a Palavra de Deus a tempo e fora do tempo. Sendo oportuno ou não, pregaram a Palavra de Deus. John Wesley, do Século XVIII, pregou em média três sermões por dia!

III – ATITUDE EVANGELÍSTICA PARA COM OS NÃO-CRENTES – Vs. 21

            Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.”

            O pastor deve ser um ganhador de almas. Ele deve ser um exemplo para o seu rebanho de um crente que ora pelos perdidos e que prega aos perdidos.

            Hoje a moda institucionalizou a figura do pastor como um homem importante que fica sempre bem cuidado e muito tranqüilo, quase como uma figura de um médico diretor de hospital – em que as pessoas trabalham, correm e suam, e ele supervisiona. Nada mais enganoso e prejudicial para nós, amados.

            Pastor é membro, é também ovelha, é servo, é evangelista. Arregacem as mangas e trabalhem. Saiam da igreja, e evangelizem os perdidos. Deixem de ser importantes, sejam servos. Ganhem pessoalmente almas para Cristo – sejam modelos de amor à salvação das almas. Distribuam folhetos, espalhem as boas novas, levem pedradas, se for preciso. Se sujem nas lamas e poeiras das ruas – como os crentes devem fazer – para chegar aonde estão os que precisam ouvir.

            Vivam o ministério como Paulo ensinou: Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

 

IV – RESPEITO PARA COM OS COLEGAS – Vs. 17 e 18

            E de Mileto mandou a Éfeso, a chamar os anciãos da igreja.

            E, logo que chegaram junto dele, disse-lhes: Vós bem sabeis, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, como em todo esse tempo me portei no meio de vós”

            Paulo, em sua despedida à amada igreja de Éfeso, reuniu-se com os anciãos, ou seja, os outros pastores, e deu testemunha de seu ministério, e passou-lhes instruções e advertêcias.

            Isto fala do respeito e consideração que tinha com os colegas de ministério.

            Precisamos conservar essa atitude. Oremos por nossos colegas. Alegremo-nos com suas vitórias e alegrias. Choremos também e ajudemos diante de suas lutas, dores e problemas.

            John Wesley, grande pregador inglês, reuniu seus colegas de ministério em Londres e fizeram um pacto: Jamais falaremos mal de qualquer colega uns aos outros. Se tiver alguma coisa contra um ministro do Evangelho, fale diretamente a ele – como estabelece Mateus 18:15.

            Como Deus, amados, usou aqueles servos de Deus na Inglaterra nos Séculos XVIII e XIX!

 

V – E, finalmente, irmãos, acolhamos o último conselho de Paulo, quando ele exortou-nos: “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue”.

            O CUIDADO COM A SUA VIDA – Vs. 28

            Vocês foram chamados a cuidar do rebanho de Deus, mas primeiramente são exortados a cuidar de suas próprias vidas.

            Consagrem-se pessoalmente ao SENHOR Deus. Paulo, com autoridade apostólica, disse que fôssemos seus imitadores, assim como ele foi de Cristo.

            Em Filipenses, Paulo testemunhou de si que “o que antes era lucro, ele considerou perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo”!

            Em 2 Coríntios 12:15, Paulo declarou abertamente que de boa vontade estava se gastando na obra do SENHOR.

            Sirvamos ao SENHOR com integridade, com amor, com zelo, com consagração, com a dedicação de fazer inveja ao mundo. Assim, honraremos nosso chamado – que recebemos do SENHOR Jesus Cristo!

            Oremos!


Pr. José Nogueira


2009-12-08 00:0


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