Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida

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Mensagem Pastoral

IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
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Igreja, o povo que ensina e aprende


No dia 20 de dezembro de 2004 completarei, se Deus quiser, 17 anos a frente do ministério pastoral de nossa igreja. Tomei posse no dia 20 de dezembro de 1987. É quase uma vida de ensino, mas acima de tudo de muita aprendizagem. Continuo um fã ardoroso da igreja do Senhor Jesus Cristo. Depois de minha casa, o lugar em que mais gosto de ficar é na companhia de meus irmãos em Cristo. Ainda vibro com os trabalhos da igreja, pois sei que é o Espírito Santo de Deus que nos capacita a servir, que nos dirige em assembléias, que nos dá os recursos apenas para fazer a vontade de Deus, nem mais nem menos.

Já fui honrado aqui, mas já fui humilhado também. Já fui muito compreendido, mas também passei por momentos em que ninguém, ou bem poucos me entendiam. Se posso dizer como Paulo que sobrevivi há muitas experiências, porém, com certeza, não posso dizer como ele que já aprendi a viver contente em todas elas:

"Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado, como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência... tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:11-13).

Ainda não sei estar bem em situações tão diferentes e paradoxais do conviver tão intimamente com tantos e de liderar tantas pessoas. Mas quero aprender! E a escola da igreja de Jesus é excelente para quem tiver perseverança e vontade de aprender.

Como aluno procuro analisar e tirar lições dos acontecimentos que Deus permite e faz acontecer em minha vida. Creio que com estas lições Deus vai construindo, moldando e compondo o que Ele quer que seja de mim ("pois somos um ‘poema’ de Deus, criados em Cristo Jesus para as coisas boas que Deus previamente preparou para que seguíssemos" – tradução livre de Efésios 2:10).

Chamo de lições da igreja. Não são conclusões de momento, são colunas que vão sendo erguidas por longo tempo, que vão se sedimentando e formando meu patrimônio como pessoa e como servo de Deus.

Gostaria de compartilhar três dessas lições.
PRIMEIRA delas foi extraída com as minhas primeiras férias. Não quer dizer que nesses quase dezessete anos eu nunca tive folga. Tive sim. De vez em quando “sumimos” um ou dois dias para descansar (uma liçãozinha suplementar que já aprendi há muito tempo foi a de não querer passar por aquilo que não sou). Mas, nesse período aqui, nunca havia tirado assim dez dias para ficar longe (ou quase longe) de minha igreja e do meu povo. E foi bom! Aprendi o quanto tantos irmãos me amam. Muitos oraram por mim. Me incentivaram. Me ajudaram. E quando voltei, foi melhor ainda ser recebido com alegria manisfesta: “Como foi, pastor?”, “E aí, pastor, descansou mesmo?”, “Sentimos a sua falta”, “Estávamos com saudade, pastor”. Trago em minhas imagens da memória cada sorriso que me deram, os cumprimentos, os abraços, as palavras de carinho. Acho que seria capaz de repetir o que cada um me disse e como expressou. Foi tão bom quanto as férias! Isto me reforçou a lição do valor da demonstração do que sentimos. Manifestamos em ocasiões propícias o que sentimos: amor, frieza, indiferença e até desprezo. E como são marcantes tais demonstrações!

A SEGUNDA lição veio de nossa Escola Bíblica de Jovens (EBJ). Só peguei os dois últimos dias. Mas, estava doido para ver e participar. E, graças a Deus, pude mais uma vez testemunhar a ação e o poder do Espírito Santo na igreja do Senhor. A programação, o tema, as mensagens, o envolvimento (no encerramento quase 80 jovens receberam o Certificado de Participação), o trabalho dos líderes e a cooperação de muitos. Foi, sem exagero, uma grande bênção. E isto só pode ser compreendido à luz da fé, por sabermos que o Espírito Santo é Quem realiza para a glória do Senhor Jesus Cristo. Presenciamos quase 100 jovens, no domingo à noite, fazerem ou confirmarem seu compromisso de pureza diante de Deus e que irão se manter puros, abstendo-se de fornicação, até o casamento. Tenho aprendido a confiar no gerente, administrador e executivo da igreja: o Espírito Santo.

TERCEIRA lição também é uma confirmação do que tenho recebido de Deus por muitos anos. É um precioso tijolo na construção de meus valores espirituais. O Celebrando a Família é uma expressão desta lição: Devemos honrar ao que Deus honra! Honrando as cousas que Deus instituiu estamos honrando ao próprio Deus (“... porque aos que me honram, honrarei, porém os que me desprezam, serão desmerecidos” 1 Samuel 2:30). Celebrar a família como projeto de Deus é louvar ao criador da família: Deus!
Belsazar, rei da Babilônia, desprezou os objetos sagrados do Templo do SENHOR, e, em Daniel 5, a Palavra de Deus mostra como ele recebeu a ira de Deus.
Aprendi a honrar o que é de Deus e tenho visto a realidade da bênção de respeitá-lO. A Bíblia, a igreja, a nação, a família, a liderança espiritual são cousas de Deus, por isso as chamamos de sagradas. Honrá-las é honrar ao SENHOR, desprezá-las é desprezar Quem as criou.

Disse Jesus: “Ora, se sabeis estas cousas, bem-aventurados sois se as praticardes” (João 13:17).


Pr. José Nogueira


2004-08-08 00:0

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