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Mensagem Pastoral

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Deus e as Catástrofes Naturais


As tragédias, como os das chuvas, enchentes e deslizamentos de terra ocorridos na Região Serrana do Rio de Janeiro, em janeiro de 2011, costumam vitimar as pessoas de todas as formas. Há as mortes de centenas de pessoas, famílias são destruídas e outras centenas se tornam deficientes físicos. Há as perdas materiais, pois casas e bens são destruídos. Há dores e traumas terríveis, que vão desde a solidão à depressão.

Realmente os números são aterradores:
Já somam 850 os mortos pela tragédia nas chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro, desde a madrugada de quarta-feira (12/01/2011). Segundo números compilados pelas prefeituras das cidades atingidas e pela Polícia Civil do Estado, são 411 mortos em Nova Friburgo, 344 em Teresópolis, 68 em Petrópolis (todas, no distrito de Itaipava), 22 em Sumidouro; quatro em São José do Vale do Rio Preto e uma em Bom Jardim.
Neste final de semana, organizações não governamentais que atuam nessas cidades informaram que começaram a segunda fase de ajuda humanitária.
A Cruz Vermelha pede doações em dinheiro e a Viva Rio convoca instituições fluminenses interessadas em receber roupas.
Segundo a secretaria de Estado da Saúde e da Defesa Civil do Rio (Sesdec-RJ), em toda a região serrana são cerca de 30 mil pessoas desabrigadas e desalojadas desde o início da tragédia.
Desaparecidos
O número de desaparecidos em toda a região serrana, segundo o Ministério Público Estadual (MPE), é de 470 pessoas registradas pelo Programa de Identificação de Vítimas (PIV). A iniciativa consolida as listas com informações registradas por parentes e amigos e checadas com os dados de hospitais e do IML (Instituto Médico Legal) de cada cidade. Algumas cidades, como Nova Friburgo e Teresópolis, passaram a adotar essa compilação para contabilizar os desaparecidos.

Contudo, tais sinistros também trazem à luz a incredulidade. Articulistas das revistas semanais, como a Veja, por exemplo, levantam as velhas e furadas questões filosóficas deístas e ateístas de Voltaire (morreu em 1778) e John Stuart Mill (morreu em 1873).
1 – Se Deus é infinitamente bom e poderoso, Ele não poderia permitir uma tragédia como essa.
2 – Ou Deus não é bom, mas isso é um absurdo...
3 – Ou Deus não é infinitamente poderoso (para prever e conter um mal assim)...
4 – Logo, não existe um Deus bom e poderoso
Interessante é que hoje também surgem outras hipóteses:
5 – Deus é bom, mas não pode prever tudo; Ele é surpreendido como nós somos, pelas calamidades, tragédias, etc.
6 – Deus é bom, mas no seu plano (que nós não sabemos), Ele deixou o mundo à sua própria sorte (deísmo).
7 – Deus é bom, mas cuidou apenas do grande plano de provisão (Ele enviou Seu Filho para morrer por nossos pecados, envia o Seu Espírito para todo que crê,  deu Suas instruções sobre a vida e Seu plano geral, etc.), mas não se envolve na execução (ou porque assim determinou ou porque não é possível isso). Isto é, em resumo, o Teísmo Aberto.

Sabemos que todas as sete proposições acima estão erradas. Mas, temos a resposta para as calamidades que matam bons e maus, enquanto para outros bons e maus não acontece nenhum mal (a cidade do Rio, preparando-se para seu carnaval de orgia, não seria muito mais pecaminosa e merecida de punição do que as cidades turísticas da Região Serrana?).

Vejamos a grande e clara resposta da Palavra de Deus:

 

DEUS SEMPRE ESTÁ NO CONTROLE DE TODAS AS COISAS


Quando o homem pecou, ele foi amaldiçoado, mas também a natureza recebeu maldição da parte de Deus – Gênesis 3:17-18.
“E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.”

Deus não permitiu que o homem pecador vivesse num paraíso. Assim como o ser humano, a natureza tem suas coisas boas e também suas coisas más. O problema é que nós nos esquecemos disto!
A esperança é que, como nós fisicamente seremos salvos (1 Coríntios 15:52-58), assim também a natureza será redimida dessa maldição:
“Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.”
Romanos 8:19-22

Vemos todos os dias os resultados dessa maldição sobre a natureza: terremotos, tsunamis, furações, enchentes e secas, deslizamentos de terra (o fato delas estarem aumentando ano a ano é um sinal que o gemido aumenta para cessar definitivamente!).
Nós podemos entender que as chamadas catástrofes naturais têm quatro causas:
1º)
A Causa Imediata: Centenas de mortes, feridos e desaparecidos por causa dos deslizamentos de terra na Região Serrana do Rio de Janeiro;
2º) A Causa Física: Isto aconteceu devido as torrenciais chuvas que fizeram com que águas em abundância escorressem dos montes, formando valas, quebrando represas, etc.
3º) A Causa Teológica: A maldição sobre  a terra que faz com que a natureza seja imperfeita como meio-ambiente para o homem. Ela produz espinhos, não somente rosas.
4º) A Causa Final: Deus permitiu!

Você pode fazer o mesmo para explicar o terremoto no Haiti, em 12 de janeiro de 2010?

Vejamos, como ilustração, a tragédia da morte dos filhos de Jó:

1º) A Causa Imediata: Os filhos de Jó morreram devido ao desabamento da casa onde estavam reunidos numa refeição – Jó 1: 18-19;
2º) A Causa Física: Isto aconteceu devido a um forte vento – Jó 1:19 (os vendavais são provocados pelo deslocamento violento de uma massa de ar. Normalmente são acompanhados de precipitações hídricas intensas e concentradas, que caracterizam as tempestades. O superaquecimento local, ao provocar a formação de grandes cumulunimbus isolados, gera correntes de deslocamentos horizontal e vertical de grande violência e de elevado poder destruidor – quando têm velocidade acima de 120 km/h são chamados de tufões, ciclones ou furacões).
3º) A Causa Teológica: Foi o diabo quem provocou – Jó 1:12.
4º) A Causa Final: Deus permitiu – Jó 1:12 e o verso 10!

A Bíblia deixa bem claro que Deus está sobre a natureza. Em Marcos 4, há o registro de uma grande tempestade no Mar da Galiléia. Jesus com apenas duas palavras dominou aquela grande força – Marcos 4:39.
“E Ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança.”
 
Pergunta: O mesmo Jesus não poderia ter mandado parar as chuvas torrenciais sobre as serras do Rio?
Outra coisa importantíssima a lembrar é que a natureza revela a glória de Deus (Salmo 19:1), tanto num dia lindo de sol, de uma brisa suave e de paz, como também numa tempestade em que há os estrondos, raios e perigos que fazem lembrar quão poderoso e tremendo é o SENHOR Deus, o Criador.
Vejamos, portanto, o SENHOR Deus nos dois lados da natureza.
 
Também há uma lição bíblica que não pode ser esquecida: Muitas vezes Deus revela o Seu juízo e Sua intervenção na história humana através da natureza – Salmo 135:5-7
“Porque eu conheço que o Senhor é grande e que o nosso Senhor está acima de todos os deuses. Tudo o que o Senhor quis, fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos. Faz subir os vapores das extremidades da terra; faz os relâmpagos para a chuva; tira os ventos dos seus tesouros.”

1) Foi Ele Quem mandou o Dilúvio – Gênesis 6:17 (tudo aconteceu conforme o seu decreto: dia, duração, intensidade das águas, gravidade provocada, etc.)
2) Foi Ele Quem enviou as pragas de granizo e trevas sobre o Egito – Êxodo 7 a 10.
3) Foi Ele Quem fez o sol parar para que Josué vencesse uma batalha – Josué 10:12-15.
4) Foi Ele Quem provocou um terremoto para matar Coré, seus filhos e seguidores na rebelião contra Moisés – Números 16:29-33.
5) Foi Ele Quem levantou uma tempestade para provocar pânico no barco de Jonas – Jonas 1:4 e 15.

É por isso que oramos pedindo chuva, e também orando pedindo que ela passe, porque sabemos que Deus está acima das forças na natureza, e que Ele pode usá-las conforme a Sua vontade.
Assim podemos de forma consciente e cheia de fé e convicção anunciar o Salmo 115:1-3!

“Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória, por amor da Tua benignidade e da Tua verdade.
Porque dirão os gentios: Onde está o seu Deus?
Mas o nosso Deus está nos céus;
fez tudo o que Lhe agradou.”


Observação Importante
Para conhecer melhor o assunto sobre Deus e as calamidades, sugerimos as leituras de "Teísmo Aberto" (sessão de Artigos)
e de "Jesus e as Calamidades" (sessão de Missões) em nosso site: www.cristoevida.com.


Pr. José Nogueira


2011-02-01 00:0

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