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A Cruz de Cristo


A Cruz de Cristo

As afirmações de Jesus se relacionam não somente a quem ele era, mas também àquilo que ele veio fazer no mundo; não somente às sua pessoa, mas também a sua missão; não somente a sua vida, mas também à sua morte.

Qualquer pessoa que investigue o cristianismo pela primeira vez ficará impressionada pelo destaque extraordinário que os seguidores de Cristo dão às sua morte.  No caso de todos os outros grandes líderes espirituais, a morte deles é lamentada como fator determinante do fim de suas carreiras. Não tem importância em si mesma; o que importa é a vida, o ensino e a inspiração do exemplo deles. Com Jesus, no entanto, é o contrário. Seu ensino e exemplo foram, na verdade, incomparáveis; mas, desde o princípio, seus seguidores enfatizaram sua morte. Vejamos seus três maiores apóstolos, Paulo, Pedro e João:

Paulo: “pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado”  (I Co 2.2)

Pedro: “Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (I Pe 3:18)

João: “Nisto consiste o amor: não em nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e nos enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” ( I Jo 4:1)

Além disso, quando os evangelhos foram escritos, os quatro autores dedicaram uma quantidade de espaço desproporcional à última semana de vida de Jesus na terra – no caso de Lucas, um quarto; de Mateus e Marcos, cerca de um terço; e de João, quase a metade.
E a razão para essa ênfase dos apóstolos é que eles a enxergaram na mente do próprio Jesus. E isso o colocou a parte de outros líderes religiosos na história, que morreram de causas naturais, idosos, tendo completado suas missões com sucesso. Maomé morreu aos 62 anos; Confúcio, aos 72; Buda, aos 80; e Moisés aos 120. Mas Jesus morreu a morte horrível da crucificação na faixa dos 30 anos, repudiado por seu próprio povo. Aparentemente, ele foi um fracasso completo; no entanto, afirmou cumprir sua missão por meio de sua morte. Aliás, durante os seus poucos anos de vida na terra, ele ansiava pelo cumprimento de sua obra.


Portanto, é claro que a morte de Jesus foi central para a sua autocompreensão. Em três ocasiões, distintas e solenes, ele predisse sua morte, dizendo que “O Filho do homem deveria sofrer muitas coisas... e... ser morto” (Mc 8:31; cf. 9:31, 10:32-34). Ele via sua missão como vindo a ser completada por meio de sua morte e, portanto, a tinha como inevitável. “Ela deve acontecer”, ele disse. Também se referiu à sua morte como a “hora” para qual ele viera ao mundo.


Extraído do livro "Porque Sou Cristão" de John Stott

John Stott


2006-03-09 00:0

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