Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida

Bíblia Online

[ cristoevida.com ]

  • youtube
  • Instagram
  • twitter

Mensagem Pastoral

IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
www.cristoevida.com


Declaração de Independência de Israel


A INDEPENDÊNCIA DE ISRAEL E SUAS IMPLICAÇÕES ATUAIS
 
1 Crônicas 16:14-22
 
Ele é o SENHOR nosso Deus; os seus juízos estão em toda a terra. 16:14
     Lembrai-vos perpetuamente da sua aliança e da palavra que prescreveu para mil gerações; 16:15
     Da aliança que fez com Abraão, e do seu juramento a Isaque; 16:16
     O qual também a Jacó confirmou por estatuto, e a Israel por aliança eterna, 16:17
     Dizendo: A ti te darei a terra de Canaã, quinhão da vossa herança. 16:18
     Quando eram poucos homens em número, sim, mui poucos, e estrangeiros nela, 16:19
     Quando andavam de nação em nação, e de um reino para outro povo, 16:20
     A ninguém permitiu que os oprimisse, e por amor deles repreendeu reis, dizendo: 16:21
     Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal. 16:22
 
 
29 de novembro de 1947: “Um Ato de Justiça Histórica”
 
 
 
Em 29 de novembro de 1947, a Assembléia Geral das Nações Unidas votou a histórica decisão que determinou a partilha da Palestina – a Terra de Israel, sob governo mandatário britânico – em dois estados.  David Ben Gurion, então Presidente da Agência Judaica para Israel, pronunciou, logo a seguir, a seguinte declaração:
 
“Um Ato de Justiça Histórica”
Declaração do Sr. Ben Gurion
The Palestine Post
Última Edição – 4:30 h – Domingo, 30 de novembro de 1947
Jerusalém
 
O Presidente do Executivo da Agência Judaica, Sr. Ben Gurion, fez a seguinte declaração, hoje, pela manhã:
 
“A decisão das Nações Unidas de criar o Estado do Povo Judeu soberano em parte de sua pátria ancestral é um ato de justiça histórica que serve de compensação, ao menos em parte, pelas injustiças sem paralelo às quais o povo judeu vem sendo submetido, há mais de 1.800 anos.
 
A decisão representa uma vitória moral da exata percepção das Nações Unidas e a idéia de uma operação internacional pela causa da justiça e igualdade, em todo o mundo.
 
O povo judeu há de se lembrar, com gratidão, dos esforços das duas Grandes Potências, Estados Unidos e União Soviética, bem como do empenho de muitos outros países que se envolveram nesta decisão.  A cooperação entre América e Rússia em prol de uma solução para o problema palestino certamente servirá de estímulo para todos aqueles que, em comunhão com o povo judeu, crêem na possibilidade da separação permanente entre o Oriente e o Ocidente como forma de fomentar a paz permanente no mundo.  A decisão das Nações Unidas de criar o Estado Judeu impõe uma pesada responsabilidade sobre o Yishuv [a comunidade judaica à época da Palestina sob Mandato Britânico] e sobre todo o povo judeu.  Trata-se, de fato, de um desafio para todas as comunidades de Israel, espalhadas pelo mundo: reunir a gigantesca força – espiritual e material – imprescindível para a fundação do Estado Judeu, para a absorção dos grandes contingentes de imigrantes da Europa, do Oriente e de outras partes, para o desenvolvimento  de nossos desertos e para a criação de uma Sociedade Judaica independente, que possa expressar os grandes ideais dos profetas de Israel de fraternidade entre os homens, justiça e eqüidade e paz entre todas as nações do mundo.
 
Nem mesmo nas horas mais negras de sua história, o povo judeu jamais perdeu a fé em seu futuro e na consciência do mundo.  Nesta hora grandiosa, o povo judeu não irá desapontar seu destino histórico.
 
A nova Judéia ocupará seu digno lugar no seio das Nações Unidas como um fator em prol da paz, prosperidade e progresso na Terra Santa, no Oriente Médio e em todo o mundo.
 
[Um agradecimento especial a Dana Rothschild que, gentilmente, localizou este documento de arquivo para nós].
 
 
Nosso Mundo: O Cerco a Israel
 
De Olho Na Mídia

Na semana passada, o Irã começou a enriquecer urânio em uma segunda rede de centrífugas. Ao mesmo tempo em que o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, abandonou quase todas as desculpas sobre sua intenção de conseguir armas nucleares, ele também deixou claro que pretende usar tais armas para aniquilar Israel.

A reação do mundo ao comportamento de Irã é deprimentemente instrutiva. A Rússia nos diz que estamos sendo paranóicos e continua construindo a usina nuclear de Bushehr. Os europeus cacarejam em desaprovação e ameaçam passar uma resolução de sanções fraca, "reversível" no Conselho de Segurança da ONU, cujo alvo principal são os falcões da segurança americanos. De sua parte, o Presidente dos EUA, George W. Bush, continua apoiando que se deva impor sanções.

E assim temos Israel. Com o Irã acelerando seu programa, Israel pode ter menos de seis meses para lançar um ataque às suas instalações nucleares, antes de eles possam começar a produzir bombas atômicas em grande escala.

Infelizmente, neste momento crítico da história de Israel, nós somos liderados por Ehud Olmert, Amir Peretz e Tzipi Livni. Embora Olmert alegue que ele está tomando todas as medidas para impedir que o Irã adquira armas nucleares, através de suas ações de governo nos últimos meses, ele enfraqueceu firmemente a capacidade das FDI (Forças de Defesa de Israel) de tomar uma ação decisiva contra o Irã.

Nos últimos dois meses e meio, o governo Olmert tem, deliberadamente e de bom grado, possibilitado que Israel seja cercado por forças hostis.

Dispostas ao longo das fronteiras ao norte e ao sul de Israel, estas forças refreiam a capacidade de Israel para realizar manobras, e impedem que as FDI tomem medidas preventivas contra os representantes do Irã no Líbano e em Gaza, aumentando os riscos que Israel enfrentará no caso em que queira empreender uma ação contra as instalações nucleares de Irã, além de restringir a capacidade de Israel de lançar secretamente qualquer ataque.

Quase 10.000 soldados das forças da UNIFIL com comando francês protegem hoje o Hezbollah no sul do Líbano. E cada vez mais, elas fazem isto e provocam Israel. Na última semana, aconteceram dois incidentes entre forças navais alemãs e a FAI (Força Aérea Israelense). Terça-feira e quinta-feira passadas, jatos da FAI ficaram confundidos quando um helicóptero naval alemão entrou no espaço aéreo israelense, depois de ter decolado de um navio da marinha alemã, fora de Rosh Hanikra, sem permissão ou coordenação anterior.

O que é mais notável sobre a história é sua repetição. Terça-feira passada o helicóptero alemão provocou uma forte resposta israelense. Em vez de desistir de provocar a FAI, os alemão repetiram sua ação na quinta-feira. Assim, o que poderia ter sido visto como um incidente lamentável, foi transformado em uma provocação.

O comportamento hostil da Alemanha faz par com a conduta da UNIFIL. Duas semanas atrás a Ministra da Defesa francesa, Michele Alliot-Marie, chamou os sobrevôos da FAI no espaço aéreo libanês de "extremamente perigosos", e ameaçou que as forças francesas no Líbano estavam propensas a disparar nos vôos de IAF "porque eles podem ser percebidos como hostis por forças da coalizão". Por palavra e ação, as forças da UNIFIL estão deixando claro que vêem as FDI, e não o Hezbollah como seu inimigo. Enquanto aumentam suas provocações contra Israel, as forças da UNIFIL fazem vista grossa para as armas que são contrabandeadas diariamente para o Hezbollah a partir da Síria. Caso Israel tente entrar em ação contra o Hezbollah ou a Síria, para lhes impedir de atacar em antecipação a um ataque israelense no Irã, pode-se ter pouca dúvida sobre como a UNIFIL responderia.

E há pouco que Israel hoje pode fazer sobre a UNIFIL. Olmert e Livni foram os mais entusiásticos aduladores da UNIFIL. Eles gastaram capital político de Israel para convencer estas forças hostis a se empoleirar em nossa fronteira. Eles prometeram ao público israelense que os franceses nos protegeriam. Eles não estão, hoje, em posição de fazer exigências.

E então há o Egito.

Durante o fim de semana, o Egito anunciou que estava dispondo 5,000 soldados (ou forças "policiais") ao longo de sua fronteira com a Faixa de Gaza no norte do Sinai. O Egito anunciou que a disposição das tropas era necessária, para evitar que Israel monte uma séria operação contra as quantidades volumosas de armas contrabandeadas, que estão fornecendo rapidamente aos terroristas palestinos os meios para transformar Gaza no sul do Líbano.

O fato de o Egito desejar evitar que Israel interrompa o fluxo de armas para Gaza - o qual supostamente deveria ser o próprio Egito que estaria interrompendo - deveria nos dizer tudo que precisamos saber sobre as intenções de Egito. Mas aparentemente o governo e Comando do Sul não estão escutando. Domingo, o Ministro da Defesa, Amir Peretz, negou que forças egípcias tinham sido dispostas ao longo da fronteira. O Chefe das FDI no Comando do Sul estranhamente expressou satisfação ao movimento de Egito, argumentando que, com uma força maior, o Egito entraria em ação para finalmente impedir as transferências de armas. O Ministério das Relações Exteriores assegurou ao público que o tratado de paz com o Egito permite ao Cairo dispor um número ilimitado de "policiais" no Sinai.

É difícil decidir o que é mais amedrontador, o movimento de Egito ou a resposta de Israel.

De acordo com o MK (Membro do Knesset) Yuval Steinitz, presidente anterior do Comitê de Relações Exteriores e de Defesa do Knesset (parlamento israelense), a decisão súbita do Egito em dispor uma força numerosa ao longo da fronteira é uma ameaça estratégica de primeira grandeza para Israel. "O Egito", ele explica, está "tirando proveito da fraqueza e incompetência do governo".

Durante a última década, o Egito tem preparado seu exército assiduamente para a guerra contra Israel. Desde o doutrinamento ideológico de suas forças, seus programas de armamento maciços, a recolocação de suas instalações militares, unidades e bases logísticas em ambos os lados do Canal de Suez, ao treinamento de suas tropas para lutar contra "um país não mencionado na fronteira norte" do Egito, Steinitz adverte que o Egito fez mais do que o Irã no sentido de preparar suas forças para a guerra contra Israel.

Em lugar de protestar contra as ações do Egito, governos israelenses sucessivos engoliram toda a trapaça estratégica do Egito. O Egito faz protestos de amizade e finge combater o terrorismo e impedir que as armas sejam contrabandeadas para o Sinai.

Ainda sob deste disfarce amigável, o Egito legitimou os terroristas palestinos e se deu cobertura às operações maciças de contrabando de armas. Como Steinitz coloca, o "Egito é para o terrorismo palestino o que a Síria é para o Hezbollah".

"As armas para os palestinos são trazidas através dos portos egípcios e El-Arish e são importadas por terra do Sudão. Tais importações têm que atravessar o Egito para chegar a Gaza. Não há hipótese em que o governo egípcio não esteja conspirando com os expedidores de armas".

Como observa Steinitz, durante os últimos oito meses o nível de sofisticação das armas que são transportadas para Gaza aumentou muito. O Egito hoje está supervisionando a importação de projéteis anti-tanque e anti-aeronave sofisticados, como também foguetes Katyusha mais avançados a grupos terroristas palestinos.

E agora Mubarak está enviando 5.000 "policiais à fronteira". De acordo com Steinitz, Israel não tem nenhum meio de saber quem são estas forças, se são policiais ou comandos ou infantaria ou unidades anti-aeronave. Ele adverte, que "se Israel não fizer nada para evitar esta disposição hoje, não há qualquer razão para duvidar que, em um ano ou dois, haverá dezenas de milhares de tropas egípcias ao longo da fronteira com Israel".

Como Steinitz observa, não apenas todos os soldados egípcios dispostos ao longo da fronteira têm uma função definida em tempos de guerra, mas, estão hoje empoleirados ao longo da fronteira com o Negev, de onde, na medida em que o governo vira as costas para eles e as FDI aplaudem sua ação, eles estão a uma distância em que podem atacar efetivamente algumas das bases militares e instalações estratégicas mais importantes das FDI.

Desde 1993, os governos esquerdistas de Israel seguiram sistematicamente uma estratégia de transferir a responsabilidade por nossa segurança nacional para nossos inimigos. Primeiro era Yasser Arafat quem deveria combater o Hamas e a Jihad islâmica. Agora é seu substituto Mahmoud Abbas, a UNIFIL e Mubarak que deveriam combater os inimigos de Israel. Longe de aprender com nossa sangrenta experiência que nossos inimigos não têm nenhum interesse em nos proteger, nos últimos meses, o governo Olmert aumentou umas dez vezes nossa confiança em nossos inimigos.

Como se tendo europeus hostis que vigiam os representantes genocidas iranianos ao norte, e egípcios hostis vigiando e armando palestinos genocidas ao sul não fosse o bastante, no domingo, foi informado que o governo Olmert está considerando permitir que milhares de terroristas armados da OLP, da Brigada de Badr na Jordânia, se mudem para Gaza.

Não tem que ser assim. Além de evitar uma maior provocação do Hezbollah, não estando claro o que Israel pode fazer contra as forças de UNIFIL, que agora estão permitindo que o Hezbollah se rearme, Israel ainda pode evitar a disposição de tropas egípcias. Se o governo protestar enfaticamente contra o movimento e publicamente pedir que a administração Bush ordene ao Egito que remova suas forças, Mubarak obedeceria. Mas, levando-se em conta a maneira inadequada que o governo Olmert está lidando com cada desafio militar que Israel vem enfrentando desde que assumiu o poder, há apenas seis meses atrás, é difícil imaginar que agirá de forma responsável.

Mas, realmente, nós não temos que nos preocupar. Olmert não deixará o Irã adquirir armas nucleares.
Escrito por: Caroline Glick, Editora Especial do The Jerusalem Post. Publ: 30/10. Tradução: Irene Walda Heynemann
Publicado no site em: 23/11/2006


Pr. José Nogueira


2006-11-29 00:0

TV Cristo é Vida - Ao Vivo aos Domingo
Israel 2018

© IBFCV • Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida

Avenida K, nº 911 - Planalto da Barra - Vila Velha - Fortaleza - Ceará - Brasil - CEP 60348-530 - Telefone: +55 85 3286-3330