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A Guerra da Independência



IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
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2004-05-16 00:00:00

A Guerra da Independência

Isaías 66:8


Informissões Especial


David Ben-GurionDiscurso de Davi Ben-Gurion:
Algo de muito singular ocorreu ontem em Israel e somente as gerações futuras terão condições de avaliar o significado histórico do evento, em sua plenitude. Cabe, agora, a todos nós, motivados por um senso de fraternidade judaica, devotar cada pingo de nossas forças para construir e defender o Estado de Israel, que ainda se defronta com uma batalha de titãs, seja no campo político seja no militar.
Não é hora de nos vangloriarmos. Tudo isto que conseguimos é tanto o resultado do empenho das gerações que nos precederam quanto do nosso. É, também, o resultado de uma inquebrantável lealdade à nossa preciosa herança, o legado de um povo pequeno exposto a muito sofrimento, mas que, ao mesmo tempo, conquistou para si um lugar especial na história da humanidade, graças a seu espírito, à sua fé e à sua visão.
Neste momento, lembremo-nos com amor e apreço das três gerações de pioneiros e defensores que pavimentaram o caminho de nossas futuras conquistas, os homens e mulheres que criaram Mikve Israel, Petach Tikva, Rishon LeZion, Zichron Yaacov e Rosh Pina, bem como daqueles que, recentemente, fundaram assentamentos no deserto do Neguev e nas montanhas da Galiléia; os fundadores do Hashomer e da Legião Judaica, bem como aqueles que estão agora envolvidos em ferrenhas batalhas de Dan até Beersheva. Muitos desses que acabo de mencionar já não mais se encontram entre os vivos, mas sua memória permanecerá para todo o sempre em nossos corações e no coração do povo judeu. Mencionarei apenas uma grande personalidade dentre os que ainda estão entre nós. Quer detenha ou não uma patente oficial, quer concordemos ou não com suas idéias, ele continua a ser nossa principal figura; nenhum outro indivíduo contribuiu tanto para as conquistas políticas e territoriais do movimento sionista. Refiro-me, obviamente, ao Dr. Chaim Weizmann.
O Estado de Israel foi fundado ontem e seu Governo Provisório já se dirigiu às nações do mundo, grandes ou pequenas, no Oriente e no Ocidente, anunciando sua existência e seu desejo de cooperar com as Nações Unidas, em prol dos interesses da paz e do progresso internacional. Recebemos relatórios oficiosos de que vários países reconheceram o Estado de Israel. O primeiro reconhecimento oficial veio do Governo dos Estados Unidos da América. Esperamos que outras nações no Oriente e no Ocidente logo se sigam.
Estamos em contato a respeito com todos os países-membro das Nações Unidas e com este próprio Organismo. Mas, não havemos de nos iludir pensando que o reconhecimento formal diplomático irá solucionar todos os nossos problemas. Temos um caminho longo e muito espinhoso diante de nós. No dia seguinte à criação do Estado de Israel, Tel Aviv foi bombardeada pela aviação egípcia. Nossa artilharia abateu um desses aviões. Seu piloto foi feito prisioneiro enquanto a aeronave foi adicionada à nossa incipiente Força Aérea. Recebemos, também, informações de que nosso país será invadido a partir do norte, do leste e do sul pelos exércitos regulares dos países árabes vizinhos.
Estamos diante de tempos problemáticos e perigosos. O Governo Provisório já apresentou seu protesto formal ao Conselho de Segurança sobre a agressão cometida por países-membro das Nações Unidas e pelo aliado da Grã-Bretanha, a Transjordânia. É inconcebível que o Conselho de Segurança possa ignorar esses atos ignóbeis, que violam a paz, o direito internacional e as decisões das Nações Unidas. Mas não devemos jamais esquecer que a nossa segurança depende, em última instância, de nossa própria força.
É responsabilidade nossa, de cada um de nós e de cada um de nossos organismos municipais, tomar as medidas defensivas cabíveis, tais como a construção de abrigos anti-aéreos e a escavação de trincheiras, entre outros. Devemos concentrar-nos em particular à construção de uma força militar surpreendente que seja capaz de repelir e destruir as forças inimigas onde quer que se encontrem.
Por último, precisamos preparar-nos para receber os nossos irmãos dos mais distantes cantos da Diáspora; dos acampamentos em Chipre, na Alemanha e na Áustria, bem como de todas as outras terras onde tenha chegado tenha chegado a mensagem de nossa libertação. Nós os receberemos de braços abertos e os ajudaremos a fincar raízes aqui, neste solo Pátrio. O Estado de Israel conclama a que todos cumpram, fielmente, suas obrigações com a defesa, a construção e a absorção de imigrantes. Somente assim poderemos comprovar ser dignos desta hora.


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