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HANUCAH – Dedicação do Templo



IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
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2012-02-01 00:00:00

HANUCAH – Dedicação do Templo

Daniel 11:35


Diácono Rômulo Braga


O que Hanucah e o Natal têm em comum?

As duas festas acontecem no inverno (em Israel): o Natal a 25 de dezembro e Hanucah em 25 de kislev (conforme calendário judaico). Como o calendário judaico é lunar, a cada ano Hanucah cai em um dia diferente do mês de dezembro.

A festa de Hanucah (Dedicação do Templo) lembra a reinauguração do Templo em 165 a.C. por Judas Macabeu. O Templo havia sido saqueado e o altar tinha sido profanado anteriormente pelo rei selêucida Antíoco Epifânio (conforme predito em Daniel 11:35, profecia que será cumprida integralmente através do Anticristo, veja Mateus 24:15). A dedicação do altar restaurado aconteceu no dia 25 de kislev, na mesma data em que três anos antes ele havia sido profanado por sacrifícios pagãos. Mas antes o Templo teve de ser purificado e colocado em ordem e o altar foi totalmente reconstruído, pois tinha-se tornado impróprio para sacrifícios. A alegria pela reconsagração do Templo tão intensa que decidiu-se fazer uma grande festa, como a dos Tabernáculos, que dura oito dias. Após anos de opressão e perseguição religiosa, a festa representou um enorme fortalecimento da consciência nacional e religiosa do povo de Israel, razão porque passou a ser comemorada anualmente. Assim surgiu essa festa nacional de alegria, com cerimônias e cânticos semelhantes aos que se tornaram usuais na festa dos Tabernáculos. O Templo era iluminado para a festa e também nas casas eram acesas muitas luzes. Por isso, Flavio Josefo chamou-a de “Festa das Luzes”. Daí vem o costume de se acender um candelabro com velas em Hanucah. Não está bem claro por que são justamente oito velas ou lâmpadas acesas nessa festa. Diversas razões são citadas como a origem do costume. É provável que originalmente as oito chamas simbolizassem os oito dias da festa e que a nona chama serviria para acender as outras oito. Essa nona chama era chamada “shamash”, o que significa “serva”. O Mishná (coleção de leis e costumes judaicos) relata o milagre do óleo, teria acontecido quando o Templo estava sendo limpo. Supostamente foi encontrado um frasco com óleo santificado para o candelabro em quantidade suficiente apenas para um dia; mas, por um milagre, o óleo teria durado oito dias. Entretanto, os livros dos Macabeus não fazem menção desse episódio. 

Para os judeus religiosos, os Macabeus eram um grupo controvertido. Eles tinham realizado coisas grandiosas pelo país, mas simultaneamente haviam tomado para si o ministério sumo-sacerdotal e o reinado sobre a nação, o que não lhes competia segundo os preceitos bíblicos. Os Macabeus não eram da linhagem sumosacerdotal,nem da casa de Davi. Essa parece ser a razão do Mishná, que surgiu 200 anos mais tarde, salientar o milagre do óleo, más não mencionar os Macabeus. Alem disso, há um fato pouco lembrado, mas que teve conseqüências desastrosas: os Macabeus fizeram um pacto com os romanos contra os selêucidas. No final, esse pacto levou à aniquilação da nação judaica e à destruição do Templo e da cidade de Jerusalém (em 70 d.C.).

Assim, os vitoriosos Macabeus poderiam servir de alerta para o Israel de hoje. Continuamente a pequena Judéia buscou amparo com as grandes potências. E isso sempre foi fatal. Os Macabeus pensavam ter encontrado proteção junto a Roma. Por décadas o sionismo contemporâneo seguiu a orientação da Grã-Bretanha, e agora o Estado de Israel confia nos poderosos Estados Unidos.

Nos anos 20, Martin Buber já alertava em relação a essa política perigosa. Na sua opinião, esse apoio não deveria ser buscado em países muito distantes, mas junto aos elementos árabes presentes na própria terra, por mais difícil que isso fosse.  

Curiosamente, a festa de Hanucah (festa da Dedicação) é mencionada mo Novo Testamento: “Celebrava-se em Jerusalém a Festa da Dedicação. Era inverno. Jesus passeava no Templo...” (Jo 10:22-23). A proximidade entre Hanucah e o Natal, bem como a tradição de se acender luzes em ambas as festas, faz surgir a pergunta: até que ponto a festa de Hanucah influenciou a festa de Natal? Em alemão, por exemplo, o Natal é chamado “Weihnacht” (“Noite da Dedicação”), o que demonstra essa influência. Alfred Edersheim, um judeu crente em Jesus e erudito bíblico, escreveu em 1874 que a festa da consagração do Templo – 25 de kislev – foi usada pela Igreja Primitiva como sendo o dia do nascimento de Jesus Cristo – o dia do Natal – que passou a ser considerado o dia em que o Templo Verdadeiro, o corpo de Cristo (Jo 2:21), foi dedicado.

As datas, 25 de kislev ou 25 de dezembro, deixam entrever a derivação da festa de Natal de Hanucah. Assim, estaria também refutada a afirmação freqüente de que o Natal seria originário da festa pagã do solstício do inverno.

No Natal devemos nos lembrar que a pedra angular (Jesus) do Templo atual (a Igreja) foi lançada espiritualmente há 2000 anos passados (Ef 2:20-22). Alem disso, somos chamados para ser luzes em meio à escuridão que se alastra!


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Pedidos de oração:

1. Agradecer a Deus: Agradeça conosco ao Senhor Deus ela XXV CONFERÊNCIA MISSIONARIA da Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida. Alvos foram alcançados e novos compromissos firmados. Que a Sua Maravilhosa Luz continue a brilhar entre os povos por meio de seus servos, e, sobre tudo, que Deus seja glorificando na disposição do Corpo em cumprir o IDE de nosso Senhor Jesus Cristo. 2. Cresce interesse de israelenses por religião, sobretudo por Jesus – Segundo pesquisa recente, as estatísticas do Google mostram que os israelenses procuram o termo “Yeshua” (Jesus, em hebraico), mais de 25.000 vezes por mês. Enquanto a frase “Brit Hadasha” (Novo Testamento) é procurada mensalmente mais de 5.000 vezes. O Israeli Messianic ministry One for Israel [Ministério messiânico israelense unidos por Israel] publicou em seu relatório anual que os israelenses são muito mais ativos na Internet do que a média dos ocidentais, chegando a passar 11,1 horas por mês no Facebook, mais que o dobro da média global de 5,7 horas. Além disso, 94% dos internautas israelenses são ativos nas redes sociais. Oremos para que o Senhor Deus use estes instrumentos de comunicação para salvação do povo judeu. http://noticias.gospelprime.com.br/cresce-interesse-dos-israelenses-pela-religiaosobretudo- por-jesus/ 3. Oremos pelas programações da Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida para 2012: Celebrando a Família 2012 – 17 a 22 de Fevereiro – A família foi a primeira criação social de Deus (anterior ao governo humano, tribos, clãs, etc.). Chamo criação social aquela que intervém no relacionamento humano, e não faz parte da criação do mundo material ou espiritual. Assim, como instituição fundamental e objeto do amor de Deus, tornou-se alvo das investidas perversas do opositor de Deus – Satanás. Durante o período do carnaval será realizado o Celebrando a Família, onde teremos mensagens para jovens e casais que desejam viver uma vida que agrada a Deus. Será uma programação muito edificante e também evangelística. Encontro dos Amigos de Sião – Dia 19 de Março - No feriado estadual de 19 de março teremos o Pr. José Infante, da Igreja Batista Bíblica de Vitória da Conquista. Ele é pastor da maior igreja fundamentalista do Brasil (com mais de 2 mil membros). Aproveitaremos a presença do Pr. José Infante para fazer um encontro de líderes, no dia 16/03, aqui em nossa igreja. 4. Continuemos orando por nossa família missionária aos perdidos da casa de Israel - Família Kedoshim - Orem para que a graça de Deus seja sempre abundante em suas vidas, suprindo tudo aquilo que necessitarem. E não deixem de prestigiar e divulgar o ótimo canal de informação http://noticiasdesiao.wordpress.com/

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