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Como viver a experiência de ser ESCRAVO de Cristo?



IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA CRISTO É VIDA
www.cristoevida.com


2012-10-05 00:00:00

Como viver a experiência de ser ESCRAVO de Cristo?

Isaías 53


Pr. José Nogueira


Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida

Missões - www.cristoevida.com

 

Amados irmãos em Cristo
Servos e servas do SENHOR

Leais e dedicados cooperadores na maravilhosa obra do SENHOR Jesus Cristo, nosso Salvador e Dono.

Shalom Alechem!

Eu me considero uma pessoa difícil de aprender lições espirituais (tenho facilidade de compreender), mas aprendizado impõe prática, necessita de viver o que foi entendido - e aí é que vem a parte mais resistente de meu seguir a Jesus Cristo.

Por isso, eu valorizo muito as poucas lições que tenho realmente aprendido - e, na graça de Deus, poder compartilhar com aqueles que estão na mesma caminhada comigo. 

E uma das lições preciosas que o SENHOR tem marcado o meu coração é sobre o como fazer a obra de Deus, e sobre como de verdade servi-lO. A lição é como viver a experiência de ser ESCRAVO de Cristo, pois Ele, apesar de me chamar de amigo, é o resgatador da minha vida e, portanto, o Dono, o Gerente, o Chefe, meu Superior e Senhor.

Paulo, sempre que podia (e devia), lembrava-se desse fato: Paulo, servo de Jesus Cristo... Estou encarcerado em Cristo... etc...

Dizer é fácil, falar que sou servo é simples, porém difícil é me considerar assim, me submeter dessa forma, e viver essa realidade.

Quando Deus me apresenta uma oportunidade de servi-lO, esta é a minha primeira preocupação.

Sou servo, e servo não faz a sua vontade, mas a vontade do seu Senhor.

Servo não faz do seu modo, mas da maneira de seu Senhor. Servo não faz quando quer, mas quando manda e quer o seu Senhor. Servo não apresenta desculpas, mas se submete ao plano, projeto e desejo do seu Senhor.

Um servo submisso, leal e obediente glorifica ao seu Senhor.

Este foi o grande exemplo de Cristo, que se fez servo: Ele não fez a sua vontade. Ele cumpriu a vontade do Pai, mesmo em meio a tremendas dificuldades. Já pensou se Jesus, depois de ter sido torturado cruel e violentamente por duas vezes na noite de véspera de sua morte, pela manhã dissesse ao Pai que não iria ao Calvário, por não ter condições físicas e psicológicas para enfrentar o sacrifício expiatório por nós?

Não, o servo nunca adiaria, nunca se desculparia por não querer ou dizer que não poderia fazer.

Ele foi por ser servo, por nos amar até o fim!

Interessante que esse é o tema de nosso retiro:

“Porque para isto sois chamados;

pois também Cristo padeceu por nós,

 deixando-nos o exemplo,

para que sigais as Suas pisadas.”

1 Pedro 2:21

Jesus glorificou ao Pai por ser Seu servo, o servo sofredor - Isaías 53.

Este é o segredo da vida gloriosa do servo - servir por amor, em meio a todos os empecilhos (pois servir no bom, sem dificuldades, na saúde e nas condições favoráveis, todos querem e fazem). Mas, servir sofrendo, desgastando-se, sacrificando-se, morrendo, ... ah, isto é coisa exclusiva de servo de Deus.

Paulo foi fiel à sua exortação de 1 Coríntios 11:1 (Sejam meus imitadores, como eu sou de Cristo).

Ele viveu isso: levou pedradas, quase morreu (ou morreu - nós não sabemos), e depois se levantou (com o corpo certamente mazelado, cheio de hematomas, febril e fragilizado) e continuou servindo (se não fosse servo, tinha todo o direito de pedir uma licença, de solicitar umas férias, um período de convalescência). Mas, moleza e bem-bom não são coisas de escravo.

Escravo é vocacionado para servir em lutas, em impedimentos reais, em obstáculos fabulosos, em enfrentamentos até com o Diabo!

É interessante que Paulo descreve sua decisão de servir assim como BOA VONTADE!

- De boa vontade ele queria pregar:

"Assim nós, sendo-vos tão afeiçoados, de boa vontade quiséramos comunicar-vos, não somente o evangelho de Deus, mas ainda as nossas próprias almas; porquanto nos éreis muito queridos."

1 Tessalonicenses 2:8

- De boa vontade ele queria sempre servir ao Senhor (novamente observe que ele chama Jesus de senhor):

"Servindo de boa vontade  como ao Senhor, e não como aos homens."

Efésios 6:7

- E de boa vontade ele se deixaria se desgastar para servir ao seu Senhor (e só diz isso quem está numa decisão de que haverá prejuízo para si mesmo ao servir):

"Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado."

2 Coríntios 12:15

Assim, amados, deixo-vos essa palavrinha de minha experiência:

Quando estamos fracos, doentes, debilitados, quase impossibilitados de servir, temos diante de nós uma escolha: Serei servo, porque o servo na fraqueza recebe o poder de seu Senhor - que não o desampara nesse momento, mas que o reveste de todo o poder para que na vida ou na morte, na mais profunda fraqueza ou no suprir delas, o servo faça a coisa mais gloriosa de um servo: servir ao seu Senhor de boa vontade:

"E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo."

2 Coríntios 12:9

Leia no site da IBF Cristo é Vida (www.cristoevida.com), como, por meu compromisso de servo, para não perder parte importante do Retiro em que eu seria o preletor, eu tive que enfrentar um avião que parecia não ter forças para voar...

Agradeço ao SENHOR por ser Seu servo, por poder contar com outros servos leais e abnegados (Salmo 16:1-3), e por ser ao lado de vocês conservo de Jesus Cristo,

 

Pr. José Nogueira

 

ADENDO DE ORAÇÃO POR MISSÕES

Cristãos marcham em Jerusalém em apoio a Israel

JERUSALÉM, Israel — Agitando bandeiras israelenses de cores azul e branco, milhares de evangélicos do mundo inteiro encheram as ruas de Jerusalém na quinta-feira para mostrar apoio ao Estado de Israel.

A marcha anual durante o feriado judaico da Festa dos Tabernáculos reúne cristãos de dezenas de países.

Os evangélicos são conhecidos como fortes apoiadores de Israel, fornecendo ajuda financeira e apoio político, principalmente nos EUA. Mesmo assim, alguns progressistas israelenses e judeus em outros países se sentem incomodados e suspeitam das motivações religiosas dos cristãos.

“Esta sim é a verdadeira Nações Unidas”, disse Sheila Hakes, 41, do Alabama. “Os israelenses são nossos irmãos e irmãs. Por isso, precisamos protegê-los do Irã e do mal”, uma referência ao suspeito programa nuclear do Irã, acrescentando: “Jesus voltará neste lugar”.

O apoio evangélico a Israel tem suas origens no sionismo cristão, que quer a volta dos exilados judeus à Terra Santa para cumprir as profecias da Bíblia. Durante as décadas passadas, líderes evangélicos importantes fizeram pressões políticas para que o governo dos EUA desse maior apoio a Israel.

A marcha de quinta-feira foi organizada pela Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém, uma organização que promove laços entre Israel e as comunidades cristãs do mundo. A organização também patrocinou uma conferência nesta semana que atraiu mais de 5 mil pessoas de aproximadamente 90 países, inclusive 25 parlamentares de várias nações.

Outra organização proeminente, a Comunhão Internacional de Cristãos e Judeus, disse que levanta mais de 110 milhões de dólares por ano para obras de caridade em Israel.

Essa relação forte poderá ser importante num ano eleitoral dos EUA. Os evangélicos compõem uma importante massa de eleitores, e alguns votam com base na posição do candidato para com Israel. O voto evangélico pró-Israel provavelmente ajudará o candidato republicano Mitt Romney, que frequentemente critica a política externa de Obama, dizendo que o presidente “tem sacrificado Israel para atender aos seus interesses políticos”.

Um dos participantes da conferência foi o deputado federal americano Trent Franks, um republicano do Arizona, que criticou a política de Obama para o Oriente Médio. O presidente americano vem tendo um relacionamento gelado com o primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu, discordando de várias questões importantes como assentamentos judaicos na Margem Ocidental e como confrontar o programa nuclear do Irã.

“Parte-me o coração ver o presidente dos Estados Unidos reservar mais críticas a Israel por construir lares em sua capital, Jerusalém, do que criticar o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad por construir armas nucleares com as quais ameaçar a paz e segurança do mundo livre inteiro”, disse Franks.

Entretanto, o relacionamento entre evangélicos e Israel tem suas rusgas.

Muitos israelenses se preocupam com o que suspeitam ser a fonte do apoio irrestrito dos evangélicos a Israel.

Uri Lupolianski, um judeu ultra-ortodoxo que foi prefeito de Jerusalém, recusava aceitar recursos financeiros de evangélicos por medo de que eles se aproveitassem para evangelizar. Seu sucessor, o atual prefeito Nir Barkat, revogou essa política, mas o ceticismo ainda persiste.

Os israelenses esquerdistas também não se sentem bem com o apoio evangélico a Israel, pois os evangélicos apoiam os israelenses nacionalistas de linha dura que se opõem a entregar o controle de qualquer parte da Margem Ocidental.

As relações de Israel com os cristãos têm também sido prejudicadas por uma série de recentes ataques de vandalismo, inclusive nesta semana, em que pichações anticristãs foram pintadas em igrejas e monastérios.

Israel tem cerca de 155.000 cidadãos cristãos, menos de 2 por cento de sua população de 7,9 milhões, mas frequente vandalismo contra seus locais sagrados tem chocado o pais e recebido a condenação oficial das autoridades israelenses. Os suspeitos são os colonos judeus extremistas, que estão revoltados com as políticas do governo israelense a favor dos palestinos.

Falando com os jornalistas, o ministro de governo Yuli Edelstein disse que o vandalismo é obra de uma minoria de lunáticos e agradeceu aos participantes da conferência por apoiarem Israel. Ele disse que a conferência “amaina o sentimento em Israel de que o mundo está contra nós”.

Leia Vaks, uma israelense de 28 anos que entregava lanches na marcha, disse que ficou feliz com o grande comparecimento.

“Isso mostra para o mundo que Israel não está só”, disse ela, sorrindo.

Traduzido e adaptado do artigo da Associated Press: Christians march in Jerusalem in support of Israel


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