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Hitler e o Antissionismo dos Nazistas - Parte II



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19/05/2016

Hitler e o Antissionismo dos Nazistas - Parte II


Pr. José Nogueira


Na parte I, no Artigo de Jeffrey Herf, ele disse que Ken Livingstone, ex-prefeito de Londres e uma figura de destaque da esquerda britânica, estava propagando o mito do apoio nazista ao sionismo. E que esse jargão comunista, antes tão repetido e entusiasticamente aplaudido pelos esquerdistas, agora enfrentou duras críticas de alguns membros do Partido Trabalhista britânico.

 

E em que consiste o mito do apoio de Hitler ao sionismo?

 

Essa mentira começou a ser montada e espalhada durante a Guerra Fria, quando a União Soviética, seus aliados do Pacto de Varsóvia e a extrema-esquerda ocidental espalharam uma variedade de mentiras sobre a história do sionismo.

E Jeffrey Herf explica:

 

“A mais famosa dessas falsidades foi a afirmação de que Hitler e o regime nazista tinham sido apoiadores do sionismo. Era uma falsidade que se encaixava bem com outra grande mentira da propaganda comunista na Guerra Fria, ou seja, que o sionismo em si é uma forma de racismo. Se este fosse o caso, faria sentido lógico que os racistas, tais como Hitler, apoiassem o sionismo.”

 

Contudo, Jeffrey Herf conclui: “O fato é, porém, que Hitler e os nazistas desprezavam o sionismo e fizeram todo o possível para derrotá-lo.”

(Jeffrey Herf é professor de história na Universidade de Maryland-College Park , nos EUA, e pesquisador do Middle East Forum.

 

O Prof. Jeffrey Herf tem razão. O sionismo, movimento que trabalhou pela fundação do moderno Estado de Israel, era composto no início, em sua maioria, por judeus que acreditavam e seguiam o marxismo.

Hitler havia, antes da II Guerra Mundial, permitido que judeus alemães se mudassem para a “Palestina,” onde com outros judeus europeus eles estabeleceram os kibutzes, comunidades agrícolas marxistas.

 

Isso é verdade, mas a intenção não era o apoio, era simplesmente livrar-se dos judeus alemães. O site judeu conservador Breitbart, em seu artigo “Israel é o grande sucesso do socialismo fracassado,” apontou acertadamente que o Israel moderno foi fundado por marxistas.

A Alemanha nazista odiava abertamente os judeus e o marxismo soviético.

Esse sentimento era compartilhado em outras partes do mundo. Por exemplo, o magnata e empresário americano Henry Ford escreveu o livro “O Judeu Internacional: O Principal Problema do Mundo,” publicado nos EUA em 1920.

Duas coisas eram odiadas por Ford, como Hitler: o marxismo soviético e os judeus.

 

Conforme o escritor católico Giulio Meotti revela em seu livro “O Vaticano contra Israel,” a primeira tradução para o árabe da propaganda antissionista “Protocolos dos Sábios de Sião” foi traduzida por católicos.

A escritora judia Janet Levy diz: “A Igreja Católica ajudou a promulgar o embuste antissemita de um plano judeu para a dominação global, conforme estabelecido nos Protocolos dos Sábios de Sião.

“A primeira tradução dessa calúnia sanguinária foi traduzida por cristãos árabes e publicada por um jornal da comunidade católica em Jerusalém, em 1926.

“Quando Adolf Hitler chegou ao poder na Alemanha, o Vaticano foi o primeiro Estado a reconhecer formalmente a legitimidade do Terceiro Reich e manteve relações diplomáticas com o governo nazista até o final da guerra.”

 

Por causa de seu antissionismo histórico, o Vaticano só veio a reconhecer o Estado de Israel em 1993, exatamente 45 anos depois da fundação do Moderno Estado de Israel, demorando muitas décadas, mas sem demora reconheceu o espúrio Estado da Palestina, que desde o início tinha ligações nazistas.

 

Compreende-se ao tomar conhecimento destes fatos que Israel, os judeus e o sionismo forasm sempre hostilizados pelos nazistas, pela cúpula da Igreja Católica Romana, depois pelos soviéticos, e agora pela Esquerda Ocidental.

 

Poucos são pró-Israel.

Mas Deus é por Israel (Gênesis 12:1-3), logo eu também sou a favor de Israel, dos judeus e do Sionismo.

 


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