
AS ESCOLHAS DE DEUS
Ele Escolheu as Coisas Loucas – Parte I
“27 Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
28 E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;
29 Para que nenhuma carne se glorie perante Ele.”
1 Coríntios 1:27-29
A declaração “Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias” descreve nitidamente a soberania de Deus.
O Deus que governa todas as coisas agiu conforme Sua livre e soberana vontade na execução de Seu plano de salvação. A obra da redenção não ocorre de acordo com a agenda humana, e nem se fundamenta nos conceitos da sabedoria desse mundo.
Por esse motivo a Bíblia diz: “Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. E Deus escolheu as coisas insignificantes do mundo; e as desprezadas, e aqueles que não são, para reduzir a nada as que são” – 1 Coríntios 1:27,28.
O apóstolo Paulo escreveu essas palavras num contexto em que ele fala sobre a soberania de Deus na salvação através da loucura da mensagem da cruz que não se fundamenta na sabedoria humana. Paulo ensinou claramente que a sabedoria humana falha em entender do seu modo ou procurar adaptar o Plano de Deus às concepções humanas – o homem que segue esse falso rumo jamais poderá conhecer verdadeiramente ao SENHOR Deus.
Deus escolheu as coisas loucas deste mundo?
A declaração “Deus escolheu as coisas loucas deste mundo” significa que Deus revelou Sua sabedoria da forma mais improvável às pessoas mais improváveis.
Deus usa as coisas que a humanidade enxerga como loucas a fim de envergonhar os homens considerados sábios aos olhos do mundo.
Deus determinou que a fé salvadora viria pela pregação da mensagem de Cristo. Por isso lemos que “a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo” (Romano 10:17). Mas essa pregação é loucura para a mente humana, pois seu conteúdo é o Cristo crucificado.
Deus não escolheu um elaborado e complexo sistema filosófico humanista para comunicar a salvação. Pelo contrário! Ele escolheu a simplicidade do Evangelho que revela que um Inocente e Puro se fez culpado e que foi morto como um criminoso maldito numa cruz em lugar dos verdadeiros culpados. Então a ideia de que a salvação é pela graça mediante a fé nesse Cristo imaculado que foi crucificado, parece loucura.
Além disso, para os sábios desse mundo, qualquer um que aceita essa mensagem como verdadeira, não passa de um louco.
Esse tipo de concepção de achar o método de Deus uma loucura foi amplamente reverberada no passado e ainda hoje é assim aceito e taxado em forma de zombaria.
A fé em Cristo sempre foi vista pelos sábios do mundo como um delírio.
Mas a rejeição à “loucura de Deus” resulta para os tais “sábios” num desastre de vida e de trágicas implicações eternas.
Como declara peremptoriamente Romanos 1:22, os homens que se dizem sábios (por isso rejeitam o Evangelho) é que são os verdadeiros loucos!
