JERUSALÉM – A CIDADE ETERNA

JERUSALÉM
A CIDADE ETERNA

Jerusalém não é populosa como São Paulo, nem rica como Tokio. Também não é capital de nenhuma potência mundial, não está localizada em um lugar estratégico da Europa. Não é sede de grandes multinacionais e em boa parte de sua história tem permanecido sob o domínio de grandes impérios. Todavia, nenhuma outra cidade do planeta esteve tão presente e tão pulsante na História da Humanidade.

Nenhum lugar do mundo gerou tantas tensões. Nenhuma outra cidade domina tanto a imprensa ou mesmo a literatura (para termos ideia é bom saber que Israel só perde para os EUA e Rússia em número de correspondentes internacionais, embora seja em termos de população e extensão territorial insignificante diante dessas potências).

Podemos dizer que ela é a cidade mais amada e mais disputada do mundo. Nela se encontra, sem sombra de dúvidas, o ponto nevrálgico do mundo.
Em suas paredes se abrigam inúmeras esperanças, presentes e futuras, esperanças reais e irreais, justas e injustas. Ali se cruzam as estradas do espaço e do tempo. As nações puderam, inúmeras vezes, pisar em Jerusalém. Muitos têm até mesmo amaldiçoado essa cidade por não entender os mistérios que a rodeiam. Pode-se amá-la ou odiá-la, contudo, é impossível contornar Jerusalém. Ela se encontra no centro das nações e da história.

Não é verdade que todos os caminhos levam a Roma. Eles, na verdade, levam a Jerusalém.
Foi lá que Abraão ofereceu Isaque e o Templo foi construído.
Foi lá que o Messias morreu por toda a humanidade e foi lá que Ele ressuscitou, vencendo a morte para sempre.
Foi de lá que Jesus foi assunto ao Céu, despedindo-se dos Seus discípulos no Monte das Oliveiras.
Foi nessa cidade que o Espírito Santo foi derramado de forma abundante no Dia de Pentecoste.
E foi dali que partiram os primeiros missionários cristãos para chegar com as Boas-Novas de Salvação até os confins da terra.
Será contra Jerusalém que as nações se ajuntarão no futuro (Armagedom).
Será sobre um de seus montes que o Messias colocará Seus pés, em Sua Segunda Vinda.
E será a partir dela que o Cristo reinará sobre todos os reinos.
E então ela será reconhecida afinal, como a cidade do Grande Rei!

Sabe por quê?
Conforme 1 Coríntios 1:26-29, Deus não escolheu as coisas fortes e nem as coisas sábias deste mundo. Escolheu as coisas loucas e as coisas fracas, para demonstrar ao mundo que só dEle provém a verdadeira força e a verdadeira glória.
Jerusalém não desfruta de algum tipo de grandeza, por causa de si mesma. Sua grandeza provém dAquele que a escolheu: “Porém escolhi Jerusalém para que ali estivesse o Meu Nome…” (2 Crônicas 6:6).

Os homens podem ter suas opiniões e podem desenvolver suas teologias. As nações podem fazer seus planos e implementar suas políticas. A ONU pode pensar que tem o domínio do mundo em suas mãos, inclusive o domínio de Jerusalém. No entanto, Jerusalém sempre estará lá para lembrar a todos que Deus e somente Ele é o Senhor da história e que Ele a conduzirá conforme Seus próprios planos e nenhuma ação humana impedirá isso.

Há dois mil anos o próprio Jesus disse que Jerusalém seria pisada pelos povos da terra, e por quase dois mil anos isso foi um fato histórico. Todavia, ele mesmo estabeleceu os limites temporais para isso. Ele disse: “..até que o tempo dos gentios se complete…”.
Então, esse tempo de humilhação de Israel (perseguido pelos quase 2 bilhões de muçulmanos; alvo de antissemitismo nas Américas, boicotado pela União Europeia, etc.) vai chegar ao fim.

Em 1948, Israel voltou a ser uma nação independente.
Em 1967, na Guerra dos Seis Dias, os judeus conquistaram a parte oriental da cidade de Jerusalém (a Jerusalém bíblica).
Em 2017, Trump reconheceu Jerusalém como a eterna e indivisível Capital de Israel.

E entendemos perfeitamente que Jerusalém só será de fato e de direito a “Cidade da Paz” quando nela reinar o Príncipe da Paz, em Sua gloriosa Segunda Vinda. Antes disso, todos os acordos e alianças falharão.
Todas as tentativas humanas, mesmo as melhores, não serão mais que ilusões.
No entanto, reconhecemos que as promessas divinas estão cada vez mais próximas de seu comprimento.
E por isso, queremos abençoar Jerusalém, lembrando o Salmo 122:
“Sejam prósperos os que te amam, ó Jerusalém! Haja paz dentro de tuas muralhas e segurança em teus palácios. Em favor de meus irmãos e amigos suplicarei: A paz esteja contigo!”

Conhecer Jerusalém, percorrer suas ruas, desfrutar da indizível experiência de estar nos locais onde a História Sagrada se realizou, andar onde Jesus andou, ensinou, viveu, morreu e ressuscitou – são ensinos, experiências e recordações transformadoras e para todo o sempre!
SHAVUAH TOV!
Uma boa e abençoada semana!

Imprimir seu bilhetes