O 11 DE SETEMBRO E A CRUZ DE CRISTO

O 11 DE SETEMBRO E A CRUZ DE CRISTO

No dia 11 de setembro de 2001, há 25 anos, dois aviões pilotados por terroristas islâmicos foram lançados contra as duas Torres Gêmeas em Nova Iorque. Terroristas chamaram a atenção do mundo para presenciar, minutos depois, uma das maiores covardias da história: quase três mil pessoas foram assassinadas nas duas torres de 110 andares do World Trade Center.

Os olhos do mundo se voltaram para essa tragédia e suas consequências, e as Torres Gêmeas, de Nova Iorque, se tornaram um poderoso símbolo da covardia e crueldade de atentados terroristas.

Nós somos atraídos e impressionados por símbolos, mesmo que, muitas vezes, nem saibamos o significado deles.
O Cristianismo tem na CRUZ um dos seus mais significativos símbolos, assim como outras religiões, ideologias e causas também têm os seus:
O Islamismo usa uma Meia-Lua.
O Judaísmo moderno, a Estrela de Davi.
O marxismo, o martelo e a foice.

Assim o Cristianismo também adotou um símbolo para identificá-lo: a cruz.
A história do Cristianismo nos informa que houve algumas tentativas antes de os cristãos elegerem a cruz como sua principal referência.
Uma bem conhecida é a figura de um peixe, por esconder nesta marca as iniciais, em Grego, do nome Jesus Cristo.
Mas, também foram usados alguns outros símbolos, como o Túmulo Vazio, a Pomba, Pão e Vinho, etc.

Nos primeiros anos da história da igreja, a cruz era algo extremamente repugnante por ser o instrumento utilizado pelos romanos para executar com requintes de crueldade os escravos e estrangeiros.
E para os judeus tinha o terrível sentido de estar sob a maldição de Deus todos os que fossem pendurados em madeiro (Deuteronômio 21:23).

Paulo observou que os incrédulos e gentios de seu tempo abominavam a mensagem da cruz (1 Coríntios 1:18).
Houve alguém que desenhou um homem com cabeça de burro, crucificado, a fim de ridicularizar a fé evangélica.

Entretanto, mesmo com riscos e afrontas que os cristãos sofriam pelo símbolo da cruz, essa figura foi adotada por ser o centro da mensagem por eles anunciada.

Mas, a melhor maneira que temos para conservar com verdade e propriedade esse forte símbolo é sempre associá-lo ao que a Bíblia Sagrada ensina:
A lembrança e a proclamação da Morte Sacrificial de Jesus Cristo!

Quando Jesus, ao iniciar Seu ministério em Caná da Galileia, afirmou a Maria que ainda não era chegada a Sua hora (João 2:4), Ele estava deixando bem claro que sempre teve consciência da natureza de Sua Missão: dar a Sua vida como um sacrifício substitutivo, igual à natureza dos sacrifícios cruentos ensinados por Deus nas Sagradas Escrituras Hebraicas.

Foi por isso que Lucas descreveu a clareza que Jesus tinha a respeito do que as Escrituras expunham a Seu respeito (Lucas 24:27).
Jesus reconhecia que nEle se cumpriria a palavra do Profeta Isaías, de que seria contado como um malfeitor (Lucas 22:37), para que todo o que nEle cresse tivesse a vida eterna (João 3:14-15).
Ele até tinha avisado aos Seus discípulos que os religiosos do Seu tempo buscavam a Sua morte, assim como tinham buscado a dos profetas (Lucas 4:28-29).

Diversas vezes, durante o Seu ministério, Jesus fez menção ao Seu sofrimento, à sua Morte e à Sua Ressurreição dentre os mortos (Marcos 9:31; 8:21,32 e Lucas 18:31-32), expressando que faria o ato redentor em obediência ao Pai ( João 6:38), mas também de Sua própria vontade (João 10:17-18).

Portanto, quando olharmos um símbolo qualquer, lembremos do símbolo do Cristianismo também.
E quando contemplarmos a Cruz, lembremo-nos do seu glorioso simbolismo: O Sofrimento, a Morte e a Ressurreição de Jesus!
Sim, pensemos nessa verdade, porque é, com absoluta certeza, o maior acontecimento da História da Humanidade e de todo o Universo.
Só por meio dele, o homem pode ser salvo, perdoado e ter a Vida Eterna:
“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” – 1 Coríntios 1:18.
“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” – Romanos 1:16.

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